top of page

Abril Indígena os avanços das mulheres indígenas na sua luta por direitos humanos

18 de abr. de 2024
2 min de leitura

Movimento criado pela ONU Mulheres para  discutir os desafios e celebrar as conquistas dos povos indígenas; ampliar as vozes das defensoras de direitos humanos e da juventude indígena; uma atenção especial aos direitos humanos das mulheres e meninas indígenas e aumentar a conscientização sobre as obrigações do Estado para proteger os direitos humanos da população indígena. 

Mulheres e pessoas indígenas, elas estão sujeitas à pobreza extrema, intolerância religiosa, ao tráfico, à falta de acesso a cuidados de saúde e educação inadequados ou insuficientes e à violência na esfera privada e pública, tais como várias formas de violência relacionadas a invasões dos territórios ancestrais e atividades garimpeiras ilegais.

A ONU Mulheres da  prioridade à liderança das mulheres e à eliminação de todas as formas de discriminação experimentadas pelas mulheres com base em sua raça, etnia, classe, status social e econômico e demais discriminações, que impedem a realização dos seus direitos humanos, colaborando com mulheres indígenas nas suas lutas por direitos humanos por décadas em todo mundo, em todos os níveis e frentes.

No Brasil a ONU Mulheres tem trabalhado com mulheres indígenas na construção de seu movimento e apoiando sua luta por direitos humanos e autonomia, a transversalização de seus direitos nas políticas públicas, a nível federal, estadual e municipal, a participação igual na política e em espaços de liderança.

Exemplos de conquistas das mulheres indígenas:

Comitê das Nações Unidas para a Eliminação da Discriminação contra a Mulher (CEDAW) da Recomendação Geral Nº 39 (2022) sobre os direitos das mulheres e meninas indígenas, ferramenta legal internacional, que exige que os governos desenvolvam e implementem imediatamente leis e políticas abrangentes para enfrentar a discriminação histórica e a violação dos direitos individuais e coletivos das mulheres indígenas.

As mulheres indígenas brasileiras enviaram suas delegadas à consulta regional com os membros do Comitê CEDAW no México, no ano passado, elas promoveram a inclusão das medidas necessárias a serem implementadas pelo governo, poder judiciário e legislativo, com protagonismo político e de mobilização social .

Agora que as mulheres indígenas tiveram sucesso com a adoção deste poderoso documento legal internacional, ele pode ser usado para melhorar a legislação existente, para desenvolver novas leis e políticas para proteger os direitos das mulheres e meninas indígenas do Brasil.

Parabéns a ONU MULHERES que tem um trabalho extraordinário na luta diária com mulheres indígenas nas lutas por direitos, autonomia, proteção e seu legítimo assento em mesas onde decisões que impactam suas vidas estão sendo tomadas.

 
 
 

Posts recentes

Ver tudo
Tele atendimento saúde mental no SUS

SUS amplia teleatendimento em saúde mental para mulheres em situação de violência e mães atípicas Acolhimento, escuta e cuidado também para quem cuida. O Ministério da Saúde ampliou o acesso à saúde m

 
 
 
SETEMBRO AMARELO

💛 SETEMBRO AMARELO: QUANDO A VIOLÊNCIA TAMBÉM DESTRÓI POR DENTRO Falar sobre prevenção do suicídio também é falar sobre violência contra as mulheres. Uma mulher submetida à violência física, sexual o

 
 
 
180

🚨 AGOSTO LILÁS TERMINA. A VIOLÊNCIA NÃO. Mais de 1 milhão de atendimentos no Ligue 180 em apenas sete meses de 2026. Encerramos o Agosto Lilás com um número que não deveria existir: 1.035.647 atendim

 
 
 

Comentários


©2023 por Acolhimento Mulher.

bottom of page