top of page

Resultados da busca

175 resultados encontrados com uma busca vazia

  • ASSÉDIOS E ABUSOS SEXUAIS NAS CONFRATERNIZAÇÕES

    Chegou a tão esperada Confraternização de final de ano, afinal é tempo de festas, e todo mundo gosta de festa! E é isso mesmo, as pessoas precisam se divertir. O que é muito importante é se divertir com segurança, e sem a importunação! É um fato que agressores se aproveitam destes momentos para aproximações  que a mulher não tem que aceitar. As agressões mais comuns são: Abraços apertados; Danças próximas sem autorização, Toques no corpo da mulher, sugerindo uma intimidade que ela não permitiu; Piadas improprias, constrangendo a mulher; Bebidas batizadas, que deixam a mulher sem condições de defesa! Agressores se aproximam de nossas meninas e adolescentes. Cabe aos organizadores do evento estarem atentos a tudo isso! Abusos sexuais, assédios e/ou importunações são toleradas nestas ocasiões, sendo justificadas pelo abuso do álcool, mas não se engane mulher, nada justifica nenhum tipo de violência contra a mulher. ACOLHIMENTO MULHER deseja a todos um Natal maravilhoso, confraternizações maravilhosas ¨ LIVRE DE VIOLÊNCIA CONTRA MENINAS, ADOLESCENTES E MULHERES”

  • Dia Internacional pela Eliminação da Violência Contra as Mulheres

    São de mãos dadas e punhos fechados que esperamos a união de todas as mulheres nesta luta! Para que não exista em lugar nenhum, nenhuma mulher em situação de violência! O dia 25 de novembro, foi nomeado o dia Internacional da eliminação de Violência Contra a Mulher pela ONU em 17 de novembro de 1999 a data lembra e homenageia as mulheres, Minerva, Pátria e Maria que foram assassinadas pelo regime ditatorial de Rafael Trujillo na República Dominicana. Acolhimento Mulher convida a sociedade a participar deste movimento, não só com as DENUNCIAS, mas também na PREVENÇÃO. As eleições estão chegando e Acolhimento Mulher pergunta, quantos projetos os políticos que estão no poder no seu município apresentaram em defesa da mulher? (não vale promessas que só ficam no papel, distribuição de flores no Dia Internacional da Mulher, participar de reuniões mensais de rede e aparecer para tirar fotos nos eventos que os grupos femininos proporcionam sem apoio nenhum), estamos falando de políticas públicas efetivas! Quantas estatísticas foram realizadas e divulgadas sobre a eficácia do atendimento ofertado no seu município? Estamos falando de mulheres que continuam a sofrer violência e por vezes serem mortas mesmo possuindo a medida protetiva! Qual o índice de violência contra a mulher no seu município? Quantas vezes seu município lançou campanha em apoio aos grupos que lutam todos os dias em defesa da mulher? Quantos cursos foram ofertados aos profissionais que atendem estas mulheres? Quantas vezes os políticos no poder do seu município criaram um evento para conhecer, ouvir e apoiar os grupos de lutam em defesa das mulheres? (não vale eventos que os grupos criaram e eles foram como convidados, fizeram promessas, tiraram fotos e postaram sua participação) Infelizmente podemos afirmar que a maioria das pessoas conhece alguma mulher que sofre ou sofreu violência, a maioria vê todos os dias notícias de feminicídios e outras violência e esta realidade precisa mudar. E se não mudou até agora é porque as medidas aplicadas não são suficientes! Junte-se à nós! Exija mudanças, preste atenção no que é oferecido e qual a eficácia disso! E se você é uma mulher que sofre violência, mesmo após buscar os serviços oferecidos denuncie aqui na nossa página. Divulgue aqui sua história e iremos te ajudar a cobrar eficácia no seu atendimento!

  • Claudia Goldin ganha o Prêmio Nobel de Economia de 2023

    Acolhimento Mulher registra seu agradecimento a economista Claudia Goldin que é a ganhadora do Prêmio Nobel de Economia, por apresentar contribuições para a igualdade de gênero no Trabalho. Sempre que uma mulher é reconhecida pelo seu trabalho, todas as mulheres ganham, mas a vitória é muito maior quando a Mulher é reconhecida por fazer um trabalho voltado ao reconhecimento de outras mulheres. Seu trabalho tem falado durante anos, sobre equidade entre homens e mulheres e as demandas vividas pelas mulheres trabalhadoras, para quem gosta de boa leitura, segue temas escritos por Claudia Goldin: A desigualdade no mercado de trabalho passa a afetar mais as mulheres alguns anos depois de terem o primeiro filho; Disponibilidade incessante das mulheres para a família as prejudica no trabalho O poder da pílula”: o anticoncepcional teve um importante papel para mulheres desenvolverem suas carreiras; O trabalho flexível pode ser uma arma para a equidade de gênero no trabalho; Desenvolvimento econômico não significou uma maior participação feminina na força de trabalho nos últimos 200 anos.

  • Qual a minha responsabilidade na luta da violência contra a mulher?

    A primeira certeza que toda mulher precisa ter é que não existe nada que justifique que ela seja agredida de forma alguma. Entender que a luta das mulheres já dura muitos séculos, e que apesar da grande vitória que é Lei Maria da Penha (Lei 11.340), não podemos descuidar nem um só minuto. Segundo o Laboratório de Estudos de Feminicídios (LESFEM) de janeiro até julho de 2023, foram registrados 1.153 feminicídios no Brasil o que significa uma média diária de 3,81 feminicídios. E é por conta destes números absurdos que sabemos que precisamos continuar nossa luta! Se você sofre violência ou conhece alguma mulher que está passando por esta situação não aceite, DENUNCIE! O FEMINICIO é o assassinato de uma mulher por ela ser mulher, é a última etapa de uma série de violências, antes dele a mulher passou por várias violências e a doméstica é onde tudo começa. Seja uma mulher Acolhedora, faça a sua parte para que mais nenhuma mulher sofra nenhum tipo de violência e que os números de feminicídios cheguem a zero. Conversem com suas filhas, faça com que elas cresçam mulheres empoderadas, que não aceitem nenhum tipo de violência, conversem também com seus filhos para que saibam respeitar as mulheres. Se você conhece alguma mulher que está sofrendo violência DENUNCIE! Ligue 180, você não precisa se identificar. Apoie esta mulher, não a trate com críticas e preconceito! E lembre-se sempre A CULPA DA VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER É SÓ DO AGRESSOR! Bibliografia: https://sway.office.com/Dc7r5Tvr19NheTW9?ref=Link acesso em 06/1102023

  • VOCÊ SABIA?

    Na terça feira 31 de outubro foi sancionada a Lei 14.713/23, que impede a guarda compartilhar nos casos de Violência doméstica. O juiz deverá consultar os pais e o Ministério Público sobre risco de violência doméstica ou familiar, que envolvam o casal ou os filhos, antes da audiência de conciliação. Também foi estabelecido prazo de cinco dias, após a consulta do juiz, para a apresentação das provas sobre esse tipo de ameaça. Por conta disso, é muito importante que em casos de Violência DENUNCIE! A Denuncia pode ser usada como prova.

  • VOCÊ SABIA?

    No último dia 17 de outubro de 2023, foi decretada a Lei n 17.803. A Lei assegura às mulheres o direito a acompanhante durante as consultas médicas, exames e demais procedimentos clínicos nos estabelecimentos de saúde públicos e privados doo Estado de São Paulo. Todo estabelecimento de saúde deverá divulgar o direito previsto na lei. Somente a mulher pode solicitar o acompanhante de forma verbal ou escrita. A recepção deve registrar quando for solicitado o acompanhante.

  • TIPOS DE VIOLÊNCIA

    Por Ariane Toressan Abuso físico não é a única forma de abuso. Abuso financeiro, abuso emocional e comportamento controlador são algumas formas de abuso. O que é o abuso financeiro: É o uso de recursos econômicos para controlar ou manter o poder sobre outra pessoa. Também pode ser o uso indevido de outra pessoa para ganho financeiro e é considerado uma forma de violência doméstica. O que é o abuso emocional: Abuso emocional, também chamado de abuso psicológico, é caracterizado por um conjunto de atitudes e palavras cujo objetivo é ferir outra pessoa emocionalmente. A autoestima e a autoimagem são os principais alvos desse tipo de violência. “ se você se identificou, ou conhece alguém que está passando por isso ligue 180…” acesse www.acolhimentomulher.org Ariane Toresssan

  • SORORIDADE

    EXISTE LIMITES PARA A SORORIDADE? A origem da palavra sororidade está no latim sóror, que significa “irmãs”. RESPEITO - OUVIR SEM PRECONCEITO – TER EMPATIA – NÃO JULGAR SORORIDADE TEM TUDO A VER COM A QUEBRA DE RIVALIDADE ENTRE MULHERES E A LUTA EM CONQUISTAR A LIBERDADE DE OUTRAS MULHERES. Apesar da história mostrar a mulher como "pura empatia" sabemos bem que infelizmente a realidade é outra. Mulheres que sofrem violência são atacadas com preconceitos o tempo todo. Se permanece no ciclo de violência: SOFRE PRECONCEITO! E quando sai do ciclo de violência também! A melhor maneira de descobrir como agir corretamente é revendo nossas atitudes! Um dos motivos de algumas mulheres permanecerem no ciclo de violência é a vergonha, então uma atitude desrespeitosa e/ou desrespeitosa pode atrapalhar todo processo de libertação. Ficar falando da situação dela para outras pessoas, isto só causa constrangimento e muita tristeza (respeite a privacidade da mulher). Fazer a mulher ficar contando várias vezes a violência sofrida, faz com que ela reviva todo o medo, (toda a violência já vivida) - deixe a mulher a vontade para falar o que e quando quiser. Tratar a mulher como se você fosse superior, mas forte, mas inteligente, é pura violência! Mostre a mulher seus direitos, opções de denuncias e de proteção, você pode se oferecer a ajudar na execução do B.O online, e na solicitação da medida protetiva. Não de ordens! não queira tomar decisões pela mulher, a saída do ciclo de violência é assustadora, e é extremamente importante que a mulher seja ouvida, amparada, e que tenha o direito de tomar suas próprias decisões. Mantenha um ambiente sadio e seguro, (brigas, fofocas, julgamentos, desconfianças só trará desconforto a mulher). Não pressione a mulher a ter rotinas que você gosta, deixe a mulher a vontade para buscar o que lhe faz bem. A ajuda do profissional da psicologia, é muito importante nesse momento. Muitas mulheres retornam ao ciclo de violência, por sentir que não é bem-vinda no local de acolhimento, por sentir que está atrapalhando, ou sendo julgada. TENHA SORORIDADE! Elogie sempre; Compartilhe informações; Crie um ambiente seguro para todas as mulheres a sua volta; Encoraje a mulher a buscar oportunidades de crescimento pessoal e profissional; Se possível crie uma rede de apoio entre o grupo de mulheres que você convive; Compartilhe informações e ensinamentos umas com as outras, contribuindo para um crescimento mútuo; Indique o trabalho de outras mulheres PRATIQUE SORORIDADE

  • OUTUBRO ROSA

    VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E A PREVENÇÃO CANCÊR DE MAMA JUNTO AS CAMPANHAS DE PREVENÇÃO DE CANCÊR DE MAMA Segundo o INCA Instituto Nacional do Câncer, estão estimados 73.610 casos novos de câncer entre 2023-2025; o câncer de mama é o mais incidente em mulheres de todas as regiões, com taxas mais altas nas regiões Sul e Sudeste. Apesar de não ser divulgado a relação direta entre violência doméstica e o câncer na mulher é fato que todo sofrimento provocado por recorrentes violências sejam psicológicas, físicas, morais e/outras causam danos sobre o diagnóstico e a evolução da doença. Para que a cura do câncer seja alcançada além do tratamento adequado existe a relação do diagnóstico o mais breve possível, e para isso é necessário que a mulher tenha acesso aos seus direitos de exames de prevenção (autoexame, mamografia, Ultrassom de mama, biopsias, etc). Dentro da violência doméstica é comum que todas estas etapas necessárias para o diagnóstico precoce sejam prejudicadas, por vários motivos: ➢ A mulher que sofre violência doméstica tem sua autoestima prejudicada a ponto de abandonar os hábitos de higiene, de se olhar e com toda certeza de cuidar da sua saúde, e é nesse momento que o autoexame é algo totalmente abandonado; ➢ Existe também a violência da proibição, algumas mulheres são proibidas pelo agressor de buscarem unidades de saúde para os exames anuais de prevenção; ➢ E existe também as mulheres que deixam de buscar o serviço por temer que o profissional da saúde perceba possíveis marcas de violência em seu corpo. Se você conhece uma mulher que não está fazendo os exames de prevenção, é hora de ATIVAR A SORORIDADE! Estimule a mulher ao seu lado a se cuidar, de FORÇA E APOIO para que toda mulher tenha seu direito garantido na prevenção do câncer de mama; Divulgue as campanhas do seu município de outubro Rosa; Convide a mulher a mulher para ir até a UBS mais próxima e buscar os exames de prevenção; E se tiver conhecimento de que alguma mulher que está sendo proibida de buscar a prevenção denuncie ligando para 180 e ou pelo WhatsApp (61) 9610-0180 a denúncia é anônima e você salvará vidas. Acolhimento Mulher e a prevenção do câncer de mama em mulheres. BIBLIOGRAFIA: Estimativa 2023: incidência de câncer no Brasil | INCA - Instituto Nacional de Câncer acesso 03.10.2023 Violência doméstica aumenta risco de câncer de mama | FEMAMA acesso 03.10.2023

  • SETEMBRO AMARELO E A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER

    Mulheres que sofrem violências de gênero são mais propensas a cometer o suicídio, sendo assim os trabalhos de proteção a mulher e de igualdade de gêneros, irão refletir no combate aos suicídios. Não é difícil de entender que uma mulher que sofre violência doméstica, (psicológica, moral, sexual, patrimonial, e ou qualquer outra), terá sofrimento psíquico imenso, podendo evoluir para o desejo de autoextermínio. A grande questão é quais ferramentas são utilizadas para acolhimento da mulher, que por muitas vezes é impedida pela violência doméstica de buscar o auxílio do profissional de psicologia. Sem dúvida nenhuma (o ouvir e deixar falar) faz toda a diferença neste tipo de situação, humanização, empatia e sororidade são as ferramentas adequadas. Ouvir sem preconceito! Sem críticas E deixar claro para que a mulher não está sozinha. Além de indicar para a pessoa o atendimento de psicologia das UBS e CAPS, podemos também indicar o 188. 188 É o centro de Valorização da Vida que realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo por telefone, e-mail e chat 24 horas todos os dias. Como acessar o 188? Por telefone disque:188 Por chat: https://www.cvv.org.br/chat/ Por e-mail: https://www.cvv.org.br/e-mail/ Pessoalmente, pesquise o centro mais próximo em: https://www.cvv.org.br/postos-de-atendimento/ Bibliografia : https://www.cvv.org.br/ acesso em 15/09/2023 https://www.scielo.br/j/csc/a/35hM7kcd8Dh3DCm5JFqHqPy/ acesso em 14/09/2023 https://www.gov.br/saude/ptbr/media/pdf/2021/setembro/20/boletim_epidemiologico_svs_33_final.pdf acesso em 14/09/2023

  • DIA INTERNACIONAL DA AÇÃO PELA IGUALDADE DA MULHER

    Setembro é o mês de luta pela igualdade da mulher, considerando que no dia 06 de setembro é o dia Internacional da Ação pela Igualdade da Mulher, precisamos refletir o quanto isto é importante. Estamos falando de levar para a sociedade a necessidade de equidade de gênero, e evidenciar a importância da mulher na sociedade, os direitos de igualdade em oportunidade de estudo, cargos, salários e outros . A luta pela equidade, é a luta contra o machismo estrutural, o preconceito e os estereótipos de gênero. Apesar de ter sido estabelecido na Constituição Federal de 1988 a igualdade entre homens e mulheres, sabemos que são necessárias lutas constantes para que seja uma realidade. Políticas Públicas de proteção as mulheres foram criadas no decorrer dos anos e devem ser divulgadas com frequência. Recentemente foi aprovado em câmara o Projeto de lei 1085/23 de paridade salarial entre mulheres e homens, e seguiu para ser aprovado em senado, porém foi com bastante tristeza que recebemos a notícia de que dez deputadas votaram contra o que nos leva a pensar em o quanto estas pessoas estão despreparadas para ocuparem um cargo de tamanha importância. Acolhimento Mulher levanta a bandeira de igualdade, equidade e respeito entre Homens e Mulheres, e grita pela sororidade entre mulheres! Bibliografia : https://agevisa.pb.gov.br/noticias/momento-agevisa-destaca-datas-importantes-relacionadas-a-defesa-dos-direitos-da-mulher https://www.camara.leg.br/noticias/958368-PROJETO-QUE-EQUIPARA-SALARIO-ENTRE-HOMENS-E-MULHERES-PODE-SER-VOTADO-HOJE-PELA-CAMARA acesso 15/05/2023

  • CICLO DA VIOLÊNCIA

    Encantamento, Aumento da tensão, Agressão e Arrependimento. O “ciclo da violência doméstica” foi criado em 1979, pela psicóloga norte-americana Lenore Walker, para identificar padrões abusivos em uma relação afetiva. Tão importante quanto combater a violência contra a mulher, existe a necessidade de saber como fazer isso. Apesar de da boca para fora a maioria das pessoas falarem que repudiam as violências contra as mulheres, sejam profissionais, familiares, e/ou sociedade, ainda possuem uma dificuldade enorme de entender o ciclo da violência, que por muitas vezes dura anos, gerando preconceitos e mais violências contra a mulher. E é por conta disso que precisamos falar tanto sobre as violências contra a mulher. Como sociedade, genitores, educadores e profissionais somos responsáveis pela mudança, e não é possível que a mudança aconteça sem o debate. Quantas vezes você falou ou ouviu alguém falar : "É a educação, que os pais deram..."; "É o perfil do território..."; "É mulher sem atitude..."; "Tem mulher que gosta de apanhar...". Terrível né! Mas é exatamente assim, algumas pessoas nunca vão admitir, mas é exatamente assim que se comportam diante da violência doméstica. Entender o que faz com que a mulher permaneça no ciclo de violência é o primeiro passo para se prestar um atendimento correto, dentro das boas práticas e humanizado. E saber como ajudar é muito importante, quando se conversa com a mulher que está no ciclo da violência a fala precisa ser de empoderamento feminino, humanizada, com sororidade, jamais com críticas e acusações. A mulher que esta dentro do ciclo de violência, sofre além da violência física a violência psicológica e moral que causa os piores sentimentos, além da decepção de ser agredida pela pessoa que acreditava ser seu amor, existe: Negação (ele não é assim, foi um momento ruim); Vergonha (todos vão saber! no meu trabalho, minhas amigas, minha família); Tristeza, angústia, ansiedade, desilusão (comprometendo a saúde mental, e o empoderamento da mulher); Medo por conta de possível ameaças contra a vida de seus filhos e familiares, por deixar seu lar, seus pertences. O que A mulher precisa é ouvir ? Formas de sair deste ciclo, ter apoio e conhecimento dos seus direitos, quebrando assim a ideia de incapacidade de sair e sobreviver. E você sabe o que falar para está mulher? O que a Lei Maria da penha oferece para a mulher ? Denuncia anômina pela Central de atendimento a mulher, pode ser acessado pelo por ligação 180, e pelo WhatsApp (61) 9610-0180; Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (Deam). Devem funcionar 24 horas por dia, 07 dias por semana, nas cidades que não tiver sede o plantão deve acontecer em outras delegacias Lei 14.541/23 (,Fonte: Agência Câmara de Notícias); Medida protetiva de urgência :Art. 1º O art. 19 da Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006 (Lei Maria da Penha), passa a vigorar acrescido dos seguintes §§ 4º, 5º e 6º: As medidas protetivas de urgência serão concedidas em juízo de cognição sumária a partir do depoimento da ofendida perante a autoridade policial ou da apresentação de suas alegações escritas e poderão ser indeferidas no caso de avaliação pela autoridade de inexistência de risco à integridade física, psicológica, sexual, patrimonial ou moral da ofendida ou de seus dependentes. § 5º As medidas protetivas de urgência serão concedidas independentemente da tipificação penal da violência, do ajuizamento de ação penal ou cível, da existência de inquérito policial ou do registro de boletim de ocorrência. § 6º As medidas protetivas de urgência vigorarão enquanto persistir risco à integridade física, psicológica, sexual, patrimonial ou moral da ofendida ou de seus dependentes.” (NR) Casas - abrigo : Infelizmente não são todos os municípios que oferecerem, trata-se de um trabalho muito importante para o afastamento da mulher do agressor; Auxilio Aluguel ( aprovado pelo senado PL 4.875/2020 ), aguardando a sanção presidencial. BIBLIOGRAFIA : https://www.jusbrasil.com.br/doutrina/secao/111natureza-juridica-capitulo-11-das-medidas-protetivas-de-urgencia-lei-maria-da-penha-na-pratica-ed-2022/1672935408?utm_source=google&utm_medium=cpc&utm_campaign=doutrina_dsa&utm_term=&utm_content=capitulos&campaign=true&gclid=Cj0KCQjw0bunBhD9ARIsAAZl0E3xLirVRAflUhf9Ve1Rb_EkMOgbhLkSL4oXXpnWb4s2yeGqpBNDDiwaAjueEALw_wcB acesso 30.08.2023 https://www.saopaulo.sp.leg.br/mulheres/ciclo-da-violencia-domestica-saiba-como-identificar-as-fases-de-um-relacionamento-abusivo/#:~:text=O%20%E2%80%9Cciclo%20da%20viol%C3%AAncia%20dom%C3%A9stica,abusivos%20em%20uma%20rela%C3%A7%C3%A3o%20afetiva. acesso 26/07/2023 https://www.gov.br/pt-br/servicos/denunciar-e-buscar-ajuda-a-vitimas-de-violencia-contra-mulheres acesso 28.07.2023 https://www.defensoria.sp.def.br/nucleos-especializados/pagina-inicial-nucleos-especializados/promocao-e-defesa-dos-direitos-das-mulheres acesso 28.07.2023 https://www.gov.br/pt-br/servicos/denunciar-e-buscar-ajuda-a-vitimas-de-violencia-contra-mulheres acesso 30.08.2023

©2023 por Acolhimento Mulher.

bottom of page