top of page

Resultados da busca

184 resultados encontrados com uma busca vazia

  • Setembro amarelo e a violência psicológica

    💛 Setembro Amarelo nos lembra da importância de cuidar da saúde mental, mas precisamos falar de uma realidade dura: a violência psicológica contra mulheres. Ela não deixa marcas no corpo, mas fere a alma, destrói a autoestima e pode levar muitas mulheres ao limite — inclusive ao suicídio. 💔 A violência psicológica é tão grave quanto a física. O silêncio, as humilhações, as ameaças e o controle constante adoecem, isolam e fazem com que muitas percam a esperança. 🚨 Precisamos quebrar esse ciclo! Apoiar, acolher e proteger mulheres é salvar vidas. Se você sofre ou conhece alguém nessa situação, não hesite em buscar ajuda. Sua vida importa. 🌹 #SetembroAmarelo #AcolhimentoMulher #ViolênciaPsicológica #SuaVidaImporta #ChegaDeViolência #JuntasSomosMaisFortes

  • Lei Juliana Soares

    🚨 Avanço em Parnamirim! Entrou em vigor a Lei Juliana Soares (Lei Ordinária nº 2.605/2025), que proíbe a nomeação de pessoas condenadas por feminicídio — seja consumado ou tentado — em cargos públicos no município. Essa medida é um passo importante na proteção das mulheres e no fortalecimento da luta contra a violência de gênero. Pessoas que atentaram contra a vida de mulheres não podem ocupar funções públicas que impactam direta ou indiretamente a vida de vítimas de violência. ⚖️ Como destacou o vereador Michael Borges: “Não podemos permitir que pessoas condenadas por feminicídio ocupem funções públicas. Essa lei é um instrumento de justiça e defesa da vida das mulheres.” Essa conquista reforça que o combate ao feminicídio precisa estar em todas as esferas da sociedade — inclusive na política e na administração pública. ✊ Pela vida das mulheres, pela justiça e pela dignidade! #AcolhimentoMulher #FimDaViolência #LeiJulianaSoares #FeminicídioÉCrime #JustiçaParaMulheres #Parnamirim #DireitosDasMulheres

  • Novo provimento do CNJ sobre violência contra a mulher: avanço formal, mas com desafios estruturais

    Novo provimento do CNJ sobre violência contra a mulher: avanço formal, mas com desafios estruturais O Conselho Nacional de Justiça publicou recentemente um novo provimento que atualiza os procedimentos da Política Permanente de Enfrentamento à Violência contra a Mulher, substituindo o provimento anterior (nº 147/2023). A medida estabelece protocolos específicos para o atendimento das vítimas, incluindo: Canal de denúncias reformulado, com acesso simplificado; Uso de linguagem humanizada e sigilo absoluto das informações; Atendimento inicial acolhedor, sem se confundir com as fases investigativas; Eliminação de estereótipos sobre comportamentos “esperados” das mulheres; Medidas estruturais para prevenir a perpetuação da violência de gênero dentro do próprio sistema de Justiça. Esses avanços são importantes, mas também revelam uma questão preocupante: a necessidade de regulamentar, em norma, práticas que já deveriam estar consolidadas no Judiciário. Criar canais acessíveis e protocolos humanizados não deveria depender de uma nova lei ou provimento para existir. O verdadeiro desafio vai além da criação de diretrizes. É preciso garantir que elas sejam efetivamente aplicadas e não se transformem em meros registros burocráticos. Quando o próprio sistema precisa criar regras para proteger mulheres de seus agentes, fica evidente que a luta contra a violência de gênero ainda enfrenta resistência dentro das instituições que deveriam combatê-la. Avançamos, sim, mas é necessário continuar vigilantes e exigir que os direitos das mulheres sejam respeitados na prática, e não apenas no papel. ✊💜 #AcolhimentoMulher #FimDaViolência #DireitosDasMulheres #Justiça #ViolênciaDeGênero #CNJ #NenhumaAMenos

  • DDM online

    📢 Você sabia que existe a Delegacia da Mulher Online? Muitas mulheres não sabem, mas é possível registrar um Boletim de Ocorrência (B.O.) sem sair de casa, pela internet. Esse recurso é essencial para garantir mais agilidade, segurança e acolhimento às vítimas de violência doméstica. A Delegacia da Mulher Online funciona 24 horas por dia e pode ser acessada pelo site da Polícia Civil de cada estado. ✅ Como fazer o Boletim de Ocorrência Online: Acesse o site da Polícia Civil do seu estado. Procure a opção Delegacia Online ou Registro de Ocorrência. Preencha o formulário com seus dados pessoais e descreva o que aconteceu. Se possível, anexe documentos, fotos ou prints de mensagens que comprovem a violência. Finalize o registro e aguarde o contato da Polícia Civil. ⚠️ Importante: mesmo online, o boletim de ocorrência tem validade legal e pode ser usado para pedir medidas protetivas, como afastamento do agressor, proibição de contato e outras ações de proteção previstas na Lei Maria da Penha. Esse é um passo fundamental para garantir sua segurança. Não se cale. Denuncie! 💙🧡 📞 Além disso, em caso de emergência, ligue para o 190. 📲 Para orientação e denúncia, ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher).

  • Setembro amarelo

    💛 Setembro Amarelo 💛 O suicídio é uma realidade dolorosa que precisa ser falada sem tabu. Pesquisas mostram que mulheres vítimas de violência doméstica estão mais expostas a esse risco, pois a agressão abala profundamente a autoestima, a saúde mental e o desejo de viver. 👉 Entre os sinais de alerta estão: 🔸 tristeza profunda e sentimento de impotência; 🔸 pensamentos fixos de que a morte é a única saída; 🔸 atitudes impulsivas após episódios de violência; 🔸 ambivalência entre querer morrer e, ao mesmo tempo, pedir ajuda. A violência doméstica não causa apenas feridas físicas — ela também abre cicatrizes emocionais que podem levar ao limite da vida. Por isso, acolher, escutar e apoiar essas mulheres é um ato de prevenção ao suicídio. No Projeto Acolhimento Mulher, reforçamos: romper o ciclo da violência também é cuidar da vida. ✨ 📞 Se você ou alguém que você conhece está em sofrimento, procure ajuda: Ligue 188 – CVV (atendimento gratuito, 24h). 🤝 Você não está sozinha. Sua vida importa! #SetembroAmarelo #AcolhimentoMulher #ViolênciaDoméstica #PrevençãoAoSuicídio #VocêNãoEstáSozinha

  • LOAS TEMPORÁRIO

    🚨 Decisão inédita do STF em defesa das mulheres! O Supremo Tribunal Federal reconheceu um direito fundamental para mulheres vítimas de violência doméstica. Agora, aquelas que precisarem se afastar do trabalho em razão da agressão, mesmo sem vínculo com a Previdência Social, terão direito a receber benefício assistencial temporário (LOAS). 👉 Para isso, o juiz deverá confirmar que a vítima não tem condições de se sustentar sozinha durante o período de afastamento. Esse é um avanço histórico e necessário para garantir proteção integral, dignidade e apoio real às mulheres que enfrentam a violência. 📢 Uma vitória que reforça a importância da luta por justiça e proteção para todas nós. #DireitosDasMulheres #STF #ViolênciaDoméstica #Justiça #Proteção #AcolhimentoMulher

  • Você sabia que o180tem WhatsApp e também é internacional ?

    🚨 O 180 AGORA É WHATSAPP E TAMBÉM INTERNACIONAL! 🌍📲 O Ligue 180, canal essencial de denúncia e orientação para mulheres em situação de violência, está ainda mais acessível. Agora, além da ligação gratuita, você pode acionar o serviço pelo WhatsApp no número (61) 9610-0180, tornando o pedido de ajuda mais rápido e sigiloso. E para mulheres brasileiras que vivem fora do país, o 180 também funciona internacionalmente em: Portugal, Espanha, Itália, Argentina, Bélgica, Estados Unidos, França, Guiana Francesa, Holanda e Inglaterra. 📞 Para ligação internacional, é necessário discar o código do país +180. 📌 Se você está em risco, não hesite: denuncie. Se você conhece alguém nessa situação, compartilhe essa informação. O 180 é mais que um número: é uma rede de proteção e esperança. 💜 #AcolhimentoMulher #ViolênciaContraMulher #Denuncie #Ligue180 #WhatsApp180 #RedeDeApoio #VocêNãoEstáSozinha #DireitosDasMulheres

  • AGOSTO LILÁS

    💜 Agosto Lilás: união das mulheres pelo fim da violência O Agosto Lilás é o mês de conscientização pelo fim da violência contra a mulher. Uma campanha nacional que visa informar, mobilizar e fortalecer a luta por um mundo onde as mulheres possam viver com dignidade, liberdade e segurança. Neste mês, destacamos a importância da Lei Maria da Penha, que completou 17 anos e continua sendo um marco na proteção das mulheres brasileiras. Mas sabemos: a lei, sozinha, não basta. É preciso informação, acolhimento e ação coletiva. Violência contra a mulher não tem cor, classe, idade ou território. Atinge todas – e todas nós temos um papel na transformação. Quando uma mulher denuncia, ela não está apenas se libertando: está abrindo caminhos para que outras também possam se libertar. 🤝 Que este agosto seja mais do que simbólico. Que seja um chamado à empatia, ao acolhimento e à sororidade. Unidas, mulheres de todas as raças, histórias e vivências levantam suas vozes por um mundo onde nenhuma precise sentir medo. 📞 Denuncie: Ligue 180 – Central de Atendimento à Mulher. 💜 Você não está sozinha. Estamos juntas nessa luta.

  • LUTO PARENTAL

    Luto Parental: Nova Lei Garante Direitos e Humanidade no Acolhimento às Famílias A dor da perda gestacional, fetal ou neonatal é uma das experiências mais profundas e devastadoras que uma família pode enfrentar — e por muitos anos, essa dor foi silenciada, invisibilizada ou tratada com frieza nos ambientes hospitalares. Mas essa realidade está prestes a mudar. A partir de agosto de 2025, entra em vigor, em todo o Brasil, a Lei nº 15.139, conhecida como Lei do Luto Parental. A nova legislação representa um marco no acolhimento de famílias que sofrem com perdas durante a gestação, o parto ou nos primeiros dias de vida do bebê. A proposta da lei é clara: humanizar o cuidado e garantir dignidade nesse momento tão delicado. Entre as principais medidas previstas, estão: 🌷 O que a Lei assegura: Acomodação separada para mães em luto, evitando o contato direto com outras puérperas e recém-nascidos; Ambiente de despedida, garantindo que os pais possam se despedir do bebê com respeito e privacidade; Registro simbólico do bebê, oferecendo uma forma concreta de validação daquela existência; Direito à presença de acompanhante, inclusive nos casos de natimorto ou perda perinatal; Apoio psicológico após a alta hospitalar, além de assistência social para orientar os trâmites do luto. 🤍 O silêncio não pode mais ser resposta O luto parental é real e precisa ser acolhido com empatia. Por muito tempo, mães e pais enfrentaram a perda em meio ao descaso, sem suporte emocional, sem espaço para viver a dor, sem reconhecimento da existência daquele bebê. Agora, a lei traz um recado importante: o sofrimento dessas famílias importa. E precisa ser cuidado. 📅 Um mês para lembrar e conscientizar Além das medidas práticas, a Lei também institui outubro como o Mês de Conscientização sobre o Luto Gestacional, Neonatal e Infantil. Um passo importante para quebrar o tabu, promover empatia e incentivar ações de escuta e amparo. No Projeto Acolhimento Mulher, reconhecemos que lutar por direitos é também lutar por humanidade. O luto não deve ser vivido em silêncio. Toda mulher merece ser respeitada em sua dor, amparada em seu processo e acolhida em sua história. Você não está sozinha. Seu luto importa. Seu bebê importa. Sua dor tem voz.

  • Reforço na medida protetiva

    Nova Lei Reforça a Medida Protetiva: Agora é Crime a Aproximação do Agressor Mesmo com o Consentimento da Vítima Em mais um avanço significativo na luta contra a violência doméstica, o plenário da Câmara dos Deputados aprovou uma proposta que traz um reforço fundamental às medidas protetivas previstas na Lei Maria da Penha. Agora, a simples aproximação do agressor, mesmo com o consentimento da vítima, será considerada crime de descumprimento de medida protetiva. Isso significa que nem o desejo da vítima de retomar o contato com o agressor anula a proteção determinada pela Justiça. A mudança tem como objetivo impedir a reaproximação manipulada, forçada ou influenciada por medo, dependência emocional ou financeira, que são comuns em ciclos de violência. Por que essa mudança é importante? A nova regra parte de um entendimento essencial: a vítima nem sempre está em condições plenas de decidir livremente sobre sua segurança, pois pode estar sob pressão psicológica, emocional ou ameaçada pelo agressor. Muitas mulheres, mesmo após medidas protetivas serem concedidas, aceitam reatar o contato por medo, chantagem emocional ou dependência afetiva. Essa reaproximação, porém, frequentemente leva à repetição da violência — e, em muitos casos, à escalada para agressões mais graves. Com essa mudança legal, a responsabilidade passa a ser do Estado, que garante a proteção da vítima independentemente da sua decisão de manter contato. Isso torna a medida protetiva mais eficaz e impede que o agressor utilize qualquer argumento para justificar a violação da ordem judicial. O que muda na prática? 🔹 O agressor não poderá se reaproximar da vítima em nenhuma circunstância, ainda que a vítima consinta. 🔹 A quebra da medida protetiva, com ou sem consentimento da vítima, caracteriza crime e pode levar à prisão imediata. 🔹 A medida reconhece que o ciclo da violência é complexo e exige proteção contínua, mesmo diante de recaídas emocionais por parte da vítima. Uma vitória para as mulheres A aprovação foi celebrada por entidades e movimentos sociais como um avanço na responsabilização dos agressores e no cuidado com a mulher em situação de risco. A deputada federal Silvye Alves, uma das apoiadoras da proposta, destacou em suas redes sociais a importância da medida: “Essa mudança protege a mulher até de si mesma, quando ela ainda está fragilizada. É um passo firme no combate à violência doméstica.” ⚠️ Se você está em situação de violência, busque ajuda! 📞 Disque 180 – Central de Atendimento à Mulher 📞 Ligue 190 em caso de emergência ⚖️ Procure a Defensoria Pública ou o Ministério Público do seu estado Projeto Acolhimento Mulher Estamos ao lado de quem rompe o silêncio e escolhe viver com dignidade e segurança.

  • Denuncie!

    Justiça é feita: médico é condenado a 43 anos de prisão por crimes sexuais após denúncias de mais de 10 mulheres A condenação do médico mastologista Danilo Costa, ocorrida em julho de 2025, representa um importante marco na luta contra a violência sexual no Brasil. O caso, que envolve crimes cometidos contra pacientes e funcionárias de um hospital em Itabira, Minas Gerais, ganhou repercussão nacional após mais de 10 mulheres denunciarem abusos cometidos durante consultas e no ambiente hospitalar. Após investigações detalhadas, a Justiça determinou a pena de 43 anos de prisão, sem direito a recorrer em liberdade. Além da pena criminal, o médico deverá pagar indenizações por danos morais no valor de R$ 1,3 milhão, com valores individuais entre R$ 100 mil e R$ 400 mil para cada vítima. Segundo o Ministério Público, Danilo Costa se aproveitava da vulnerabilidade das pacientes, utilizando seu cargo e a relação de confiança estabelecida durante atendimentos médicos para cometer abusos. Já as funcionárias relataram episódios de toques inapropriados, falas constrangedoras e até agressões físicas dentro do hospital. Os atos ocorriam em momentos em que a unidade estava com baixo movimento, sem a presença de testemunhas. A palavra das vítimas foi ouvida Durante o julgamento, a juíza responsável pelo caso destacou os impactos físicos e emocionais que os crimes causaram às vítimas, reforçando a necessidade de responsabilização do agressor. A sentença reconhece que os abusos não foram “condutas éticas questionáveis”, mas sim crimes sexuais graves, praticados por um profissional que deveria proteger e cuidar. Para muitas das mulheres envolvidas, o processo foi doloroso, mas também transformador. Em nota, a advogada de parte das vítimas declarou: “O Judiciário reconheceu, com clareza, a gravidade dos crimes cometidos. Sabemos que ainda cabem recursos, mas o recado já foi dado: foram crimes sexuais, e a Justiça tratou como tal.” O poder da denúncia Casos como este reforçam a importância de romper o silêncio. A coragem das primeiras mulheres em denunciar possibilitou que outras vítimas também encontrassem apoio e justiça. Mesmo diante do medo, da vergonha e das tentativas de descredibilização, a voz dessas mulheres ecoou — e foi ouvida. O caso ainda não está encerrado. O Ministério Público segue investigando outras denúncias que envolvem o mesmo médico, e um novo processo pode ser aberto com base em relatos de pelo menos mais cinco mulheres. Denunciar é um ato de coragem e proteção coletiva É fundamental lembrar que a violência sexual, seja no ambiente médico, profissional ou pessoal, nunca é culpa da vítima. E que denunciar é um direito e uma forma de proteger a si mesma e a outras mulheres. Se você está passando por uma situação de abuso ou conhece alguém que esteja, não se cale. Busque apoio. Você não está sozinha. 📞 Disque 180 — Central de Atendimento à Mulher 📞 Ligue 190 em casos de emergência 🏥 Procure um posto de saúde, delegacia especializada ou centro de apoio à mulher

  • 🧡 Nova Lei da Endometriose e Implanon: um avanço na saúde da mulher! 💙

    Agora é lei: mulheres têm garantido o direito de escolher o método contraceptivo, incluindo o Implanon (implante hormonal subdérmico), sem sofrer discriminação ou ter o acesso negado nos serviços de saúde ou planos. Além disso, a lei também assegura o tratamento da endometriose pelo SUS, com mais opções como: 🔹 DIU hormonal (levonorgestrel) 🔹 Desogestrel (pílula de progesterona) 🔹 Implanon, que pode ser usado como parte do tratamento da endometriose para quem não se adapta a outros métodos. Outros pontos importantes da nova lei: ✔️ Diagnóstico precoce e atendimento especializado para endometriose ✔️ Capacitação dos profissionais de saúde ✔️ Garantia de recursos financeiros para o tratamento via SUS ✔️ Regulamentação dos implantes hormonais: agora é necessário laudo médico com CID e termo de responsabilidade. 🚫 IMPORTANTE: O uso de implantes hormonais para fins estéticos continua proibido. A lei protege as mulheres contra abusos e prioriza a saúde! O Projeto Acolhimento Mulher apoia o direito à saúde e ao cuidado digno! Compartilhe essa informação e ajude outras mulheres a conhecerem seus direitos. #AcolhimentoMulher #DireitosDasMulheres #Endometriose #Implanon #SaúdeDaMulher #LeiDaEndometriose #InformaçãoÉPoder

©2023 por Acolhimento Mulher.

bottom of page