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  • Dia Internacional das Mulheres

    8 de Março – Dia de luta, voz e resistência Hoje não celebramos apenas uma data. Hoje levantamos nossas vozes, nossas mãos e nossa coragem. O 8 de março – Dia Internacional das Mulheres é um grito coletivo de mulheres de todas as idades, etnias e histórias que exigem respeito, dignidade e segurança. ✊ Queremos tolerância zero à violência contra meninas e mulheres. ✊ Queremos o fim do feminicídio. ✊ Queremos lares livres de violência doméstica. ✊ Queremos ambientes de trabalho sem assédio. ✊ Queremos justiça, proteção e políticas públicas que salvem vidas. Cada punho levantado representa milhares de mulheres que lutaram antes de nós e tantas outras que ainda precisam ser protegidas. O Projeto Acolhimento Mulher segue firme nessa missão: informar, acolher, orientar e lutar para que nenhuma mulher precise viver com medo. Porque não queremos flores apenas hoje. Queremos respeito todos os dias. Que este 8 de março seja um chamado para toda a sociedade: violência contra mulheres não será tolerada. 🧡💙 Projeto Acolhimento Mulher – Juntas por igualdade, proteção e respeito. #DiaInternacionalDaMulher #8DeMarço #ProjetoAcolhimentoMulher #ChegaDeViolencia #FimDoFeminicidio #RespeitoAsMulheres #MulheresUnidas #ViolenciaContraMulherNão #JuntasSomosMaisFortes #ToleranciaZero

  • Acolhimento Mulher COCA COLA FEMSA - Jundiaí

    Roda de Conversa pelo Dia Internacional da Mulher | Informação que protege vidas Hoje vivemos um momento muito especial! O Projeto Acolhimento Mulher teve a honra de participar de uma roda de conversa na planta da Coca‑Cola FEMSA  em Jundiaí , em alusão ao Dia Internacional da Mulher . Foi um enorme prazer conversar com as colaboradoras dos três turnos da empresa, levando informação, acolhimento e conscientização sobre um tema tão importante: a prevenção e o enfrentamento da violência contra a mulher. Durante esse encontro, falamos sobre: 🔸 Como pedir ajuda de forma segura, inclusive utilizando sinais de pedido de socorro 🔸 A importância de denunciar e buscar apoio 🔸 Serviços essenciais como o Ligue 180, a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), o Botão do Pânico e a atuação da Guarda Guardiã Maria da Penha 🔸 Os tipos de violência previstos em lei — física, psicológica, moral, sexual e patrimonial Levar informação é uma das formas mais poderosas de prevenir a violência e salvar vidas. Quando uma mulher conhece seus direitos e sabe onde buscar ajuda, ela não está mais sozinha. Nosso agradecimento especial à Sra. Jéssica, do RH, pelo convite, pela sensibilidade e pelo compromisso em abrir esse espaço de diálogo dentro da empresa. Iniciativas como essa mostram que empresas também têm um papel fundamental na proteção e no cuidado com as mulheres. Que esse encontro inspire cada vez mais instituições a promoverem informação, respeito e proteção. Nosso muito obrigada pela confiança e pelo acolhimento. 💙🧡 Projeto Acolhimento Mulher – Informação que protege, acolhimento que transforma. #AcolhimentoMulher #DiaInternacionalDaMulher #ViolenciaContraMulher #Denuncie180 #DireitosDasMulheres #DDM #MariaDaPenha #Jundiai #CocaColaFEMSA #InformaçãoSalvaVidas #MulheresSeguras #RedeDeProteção

  • Mulheres e a guerra no Irã

    🌍 A situação atual no Irã: guerra, protestos e uma sociedade em ruptura O Irã vive um momento extremamente tenso e frágil. Desde o final de fevereiro de 2026, notícias internacionais confirmam mudanças dramáticas no país após a morte do líder supremo Ayatollah Ali Khamenei, alvo de um ataque militar e sinal de uma possível escalada de conflitos entre Estados Unidos, Israel e o governo iraniano. Essa morte aprofundou tensões internas e regionais, sobretudo depois de anos de repressão violenta e protestos no país. Internamente, além do medo de violência e polarização política, o Irã enfrenta um ambiente de protestos populares, com milhares de cidadãos — entre eles estudantes e mulheres — exigindo mais liberdade, fim de prisões arbitrárias e mudanças profundas no sistema político. Secções universitárias já foram alvo de forças de segurança enquanto marchas continuam em várias cidades. 👩 Situação das mulheres no Irã: discriminação institucional e resistência Para muitas mulheres iranianas, a vida cotidiana tem sido marcada por restrições severas ao direito de expressão, liberdade corporal e liberdade individual. Desde a Revolução de 1979, e especialmente com leis recentes, o governo tem imposto regras rígidas sobre vestimenta, participação pública e comportamento social de mulheres e meninas. Em 2024 foi promulgada uma nova lei que reforça o uso obrigatório do véu (hijab) e introduz penas duras — até prisão, multas e até punições severas — para mulheres que forem consideradas como “violando” essas regras. Essa política institucional de controle transformou o simples ato de não usar o cabelo coberto em símbolo de resistência para muitas mulheres — e, infelizmente, em motivo de violência e punição pelo Estado. 🕊️ Relembrando casos que marcaram a luta Um dos episódios que mais mobilizou a opinião pública dentro e fora do Irã foi a morte de Jina Mahsa Amini em setembro de 2022. Mahsa tinha 22 anos e foi detida pela chamada “polícia da moralidade” por não obedecer ao código rígido de vestimenta. Após a detenção, ela entrou em coma e morreu dias depois, sob circunstâncias que familiares e testemunhas contestaram, atribuindo sua morte a maus-tratos. Esse acontecimento desencadeou protestos em todo o país, com mulheres tirando seus véus, homens apoiando e amplas manifestações pelo fim da repressão e por liberdade de expressão. Esse movimento ficou conhecido como “Woman, Life, Freedom” (Mulher, Vida, Liberdade) e marcou um ponto de virada nas demandas por direitos humanos e igualdade no Irã. Além de Mahsa, houve outras tragédias, como a morte da jovem Armita Geravand (adolescente que ficou em coma depois de ser abordada por agentes por causa do véu e morreu posteriormente) segundo relatos de grupos de direitos humanos — embora a versão oficial negue agressão. ✊ Mulheres iranianas resistindo ainda hoje Mesmo diante de uma repressão oficial que continua — com prisões, controle do vestuário, multas e até fechamento de espaços onde mulheres se reúnem sem véu — muitas iranianas encaram essas regras como símbolos de subjugação e desafiam-nas. Em várias cidades, mulheres têm desafiado a obrigatoriedade do hijab nas ruas, universidades e eventos públicos. Essa resistência, por mais que seja arriscada, tornou-se um acto contínuo de afirmação de dignidade para muitas delas. ❤️ Conclusão O cenário no Irã hoje é complexo: uma guerra externa intensificando tensões regionais e internas, e um povo — especialmente mulheres — que segue lutando contra um sistema autoritário que tenta controlar até o que se veste. A morte de jovens como Mahsa Amini revelou ao mundo a profundidade dessa crise de direitos humanos e continua a inspirar protestos por liberdade e igualdade.

  • VOTO FEMININO

    Durante séculos, a democracia foi construída excluindo metade da população. Em 1793, a Constituição francesa falava em direito ao voto, mas ele ainda era restrito aos homens. As mulheres precisaram transformar a exclusão em luta — e o sufrágio feminino nasceu da resistência, da organização e da coragem de quem se recusou a permanecer invisível. No Brasil, essa conquista só começou a se tornar realidade em 1932, com o Código Eleitoral que reconheceu o direito de voto das mulheres. Dois anos depois, em 1934, esse direito foi confirmado na Constituição. Ainda assim, não foi um presente: foi resultado de mobilização, enfrentamento e insistência por igualdade. Falar de voto feminino é falar de democracia real. É lembrar que direitos não caem do céu — são conquistados. E que cada retrocesso precisa ser combatido com memória, informação e ação. #VotoFeminino #DireitosDasMulheres #Democracia #SufrágioFeminino #HistóriaDasMulheres #Igualdade #AcessoLivre #AcolhimentoMulher

  • Justiça Social

    🌍 Dia Mundial da Justiça Social O Dia Mundial da Justiça Social, instituído pela Organização das Nações Unidas, nos convida a refletir sobre as profundas desigualdades que atravessam a sociedade: pobreza, exclusão, racismo, desigualdade de gênero, precarização do trabalho e constantes violações de direitos humanos. Para o Acolhimento Mulher, justiça social não é um conceito abstrato — é uma condição essencial para o enfrentamento da violência contra mulheres. A violência não nasce do acaso: ela é alimentada por desigualdades estruturais, pela negação de direitos, pela dependência econômica, pelo silêncio imposto, pela falta de acesso à informação, à proteção e à justiça. Falar em justiça social é falar de vidas protegidas, de mulheres que conseguem romper ciclos de violência porque têm acesso a políticas públicas, rede de apoio, acolhimento, orientação e dignidade. É garantir que nenhuma mulher seja invisibilizada, desacreditada ou abandonada pelo Estado e pela sociedade. Acolhimento Mulher, atua exatamente nesse ponto: na linha de frente da denúncia das injustiças e na construção de caminhos de transformação social. Defender justiça social é defender o direito das mulheres a viver sem medo, sem violência e sem opressões. ✊ Justiça social não é privilégio. ⚖️ É direito. E sem justiça social, não há enfrentamento real da violência contra mulheres. 💙🧡 O Acolhimento Mulher segue firme na luta por uma sociedade mais justa, igualitária e livre de todas as formas de violência. #DiaMundialDaJustiçaSocial #JustiçaSocial #DireitosHumanos #AcolhimentoMulher #FimDaViolênciaContraMulheres #ViolênciaContraAMulher #NenhumaAMenos #MulheresPorDireitos #IgualdadeDeGênero #CombateÀViolência #RedeDeApoio #ServiçoSocial #ProteçãoÀsMulheres #DireitoDeViverSemViolência #MulheresImportam

  • Untitled

    🚨 Agressor não perde o controle. Ele segue um roteiro. A violência contra a mulher não é descontrole emocional. É estratégia. 📊 Estudos brasileiros que analisaram falas reais de homens processados pela Lei Maria da Penha mostram um padrão claro: ❌ A maioria nega os fatos, mesmo diante de provas ❌ Muitos culpam a vítima pela agressão ❌ O maior medo não é a violência cometida, mas perder a imagem de “homem honesto e forte” 👉 Quando a violência acontece, o roteiro se repete: ▪️ Negar sempre ▪️ Culpabilizar a mulher ▪️ Proteger a própria honra ▪️ Atacar a lei quando ela funciona Isso não é briga de casal. Não é exagero. Não é “assunto privado”. ⚠️ É violência sustentada por um modelo de masculinidade que se acha acima da lei. 👮‍♀️ A Ronda Maria da Penha, junto à PMSE, atua diariamente para romper esse ciclo, proteger mulheres e garantir que a lei seja cumprida de verdade. 📞 Denuncie 📌 180 – Violência contra a mulher 🚨 190 – Emergência imediata 📌 Informação salva vidas. 📌 Conhecimento também é medida protetiva. 🔖 Créditos: @rondamariadapenha.pmse | @pmsergipe 📚 Fonte: estudos e dados utilizados pela Ronda Maria da Penha / PMSE #ViolênciaContraMulher #LeiMariaDaPenha #RondaMariaDaPenha #FeminicídioNãoÉAcidente #MisoginiaNãoÉEntretenimento #Denuncie #180 #AcolhimentoMulher

  • DORMINDO NÃO EXISTE DESCULPA

    🚨 ELA ESTÁ DORMINDO. TOCAR É ESTUPRO. NÃO É “IMPORTUNAÇÃO”. 🚨 O Superior Tribunal de Justiça foi claro: ato libidinoso praticado contra mulher dormindo é ESTUPRO DE VULNERÁVEL. Não existe “mal-entendido”. Não existe “acordou durante”. Não existe relativização da violência. 📌 A vulnerabilidade é absoluta no momento do ato. 📌 Consentimento precisa ser livre, consciente e contínuo. 📌 O corpo da mulher não perde soberania enquanto dorme. Durante anos, a violência sexual foi minimizada, normalizada e tratada como algo menor. Isso tem nome: cultura do estupro. 👉 Importunações existem. 👉 Mas violência sexual é crime grave e deve ser tratada como tal. ✊ Decisões como essa reafirmam um princípio básico: o corpo da mulher é inviolável — 24 horas por dia. Seguimos firmes denunciando, informando e acolhendo. Porque não é exagero, não é mimimi, não é erro. 👉 É crime. 🧡💙 Projeto Acolhimento Mulher Informar também é proteger. #AcolhimentoMulher #ViolênciaSexualÉCrime #EstuproDeVulnerável #ConsentimentoImporta #CulturaDoEstuproNão #DireitosDasMulheres #JustiçaPorElas #STJ #NãoÉImportunação #ChegaDeViolência

  • Lei 15.334/2026

    🖤 17 de outubro: Dia Nacional de Luto e Memória às Mulheres Vítimas de Feminicídio A Lei nº 15.334/2026 inscreve oficialmente no calendário nacional uma data que nós, mulheres, já carregávamos todos os dias no peito. O luto sempre existiu. A memória nunca foi esquecida. O que muda agora é o reconhecimento do Estado de que essas mortes não são casos isolados, são uma tragédia social. Cada mulher vítima de feminicídio tinha um nome, uma história, sonhos, afetos, planos interrompidos pela violência machista. Essa data não é apenas sobre lembrar quem se foi — é sobre denunciar por que elas se foram. 📣 Nós lutamos todos os dias porque nenhuma mulher deveria ser morta por ser mulher. Lutamos para que a violência seja interrompida antes do último golpe. Lutamos por políticas públicas, por proteção real, por justiça que funcione. Lutamos para que o silêncio nunca mais seja regra. Que o 17 de outubro seja um dia de memória, mas também de compromisso. Compromisso com a vida das mulheres. Compromisso com o fim do feminicídio. Compromisso com um país onde nenhuma de nós seja a próxima. 🕯️ Por todas que foram. Por todas que resistem. Por todas que ainda precisam de acolhimento. 📌 Lei nº 15.334/2026 – Institui o Dia Nacional de Luto e Memória às Mulheres Vítimas de Feminicídio.

  • 🚨 DELEGACIAS DA MULHER 24H: UM AVANÇO HISTÓRICO NA PROTEÇÃO DAS MULHERES! 🚨

    Agora é lei! Com a Lei 14.541/23, as delegacias especializadas de atendimento à mulher devem funcionar de forma ininterrupta, 24 horas por dia, todos os dias. Isso significa que a violência não vai mais encontrar portas fechadas. Que a mulher em situação de violência não precisa esperar amanhecer para pedir ajuda. Que o Estado reconhece, ainda que tardiamente, que a violência contra a mulher não tem hora marcada. Esse avanço salva vidas. Fortalece denúncias. Rompe ciclos de silêncio, medo e impunidade. Mas atenção: lei só vira proteção real quando é cumprida. Seguiremos vigilantes, cobrando estrutura, equipes capacitadas e atendimento humanizado — porque mulher não precisa só de lei, precisa de acolhimento, respeito e proteção imediata. 📞 Sofreu ou presenciou violência? Denuncie. Ligue 180. Compartilhe essa informação. Ela pode ser a saída de alguém hoje. 💙✊ Por um Brasil onde nenhuma mulher esteja sozinha. #AcolhimentoMulher #DelegaciaDaMulher24h #Lei14541 #FimDaViolênciaContraMulheres #Denuncie180 #DireitosDasMulheres

  • FÉRIAS :O PATRIARCADO TAMBÉM VAI À PRAIA

    Férias, a violência também viaja nas férias : para muitas mulheres, não são descanso, são apenas o cenário diferente onde a sobrecarga continua — e, em alguns casos, a violência também. Enquanto todos entram no mar, ela fica sentada. Não porque quer. Mas porque alguém precisa cuidar das bolsas, dos documentos, das crianças pequenas. Ela é a única que não se molha, não relaxa, não some no horizonte. Ela é a última a se alimentar. Mas foi a primeira a pensar em tudo: água, lanche, comida, protetor solar, troca de roupa, remédio, horário. Ela garante que todos comam — e depois, limpa tudo. Ela não caminha livremente. Não pode se sentir bonita em paz. Se alguém a admira, ela está errada. Se chama atenção, é julgada. Se se cala, é invisível. E há aquelas que, além da sobrecarga, sofrem violência nas férias. Violência psicológica, moral, patrimonial. Humilhações sutis. Controle disfarçado de “ciúme”. Medo disfarçado de “família feliz”. E ninguém percebe — porque a violência também tira férias dos olhos de quem não quer ver. Isso não é cuidado. Isso não é amor. Isso não é parceria. Isso é uma estrutura que ensina que o descanso dos outros depende do cansaço da mulher. Férias deveriam ser tempo de descanso, prazer e liberdade para todas. Dividir tarefas não é ajuda — é obrigação. Cuidar não é destino feminino. E nenhuma mulher deveria carregar sozinha o peso de garantir a felicidade de todos. Se você se reconhece aqui, não é exagero. É real. E precisa ser dito. 💜 Pelo direito das mulheres ao descanso. 💜 Pela divisão justa do cuidado. 💜 Pelo fim de todas as formas de violência — inclusive aquelas que acontecem em silêncio, à beira do mar.

  • Retrospectiva 2025

    📌 RETROSPECTIVA 2025 | AVANÇOS NA PROTEÇÃO DAS MULHERES 2025 entra para a história como um dos anos mais importantes no fortalecimento da Lei Maria da Penha e do arcabouço legal de proteção às mulheres no Brasil. Em um país onde a violência, a desigualdade e a discriminação ainda marcam a vida de milhões de mulheres, o Estado respondeu com legislação: 👉 19 novas leis sancionadas em 2025, voltadas à proteção social, à saúde, à dignidade, à justiça e à autonomia das mulheres. 📊 Nos últimos 10 anos, apenas 2023 superou esse número, com 21 leis. 2025 mostra que direitos não são concessões — são resultado de luta. 🔹 VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E SEXUAL ✔️ Proibição da redução do prazo de prescrição em crimes de violência sexual contra mulheres ✔️ Aumento da pena para crimes contra a dignidade sexual de pessoas vulneráveis ✔️ Reconhecimento de que mulheres, meninas e pessoas com deficiência estão entre as maiores vítimas da violência sexual no país 🔹 AUTONOMIA, DIGNIDADE E JUSTIÇA SOCIAL ✔️ Garantia de renda para mulheres afastadas do trabalho por violência doméstica ✔️ Fortalecimento da Lei Maria da Penha como política de proteção integral ✔️ Violência econômica e institucional passam a ser enfrentadas com medidas concretas 🔹 SAÚDE DA MULHER ✔️ Mamografia garantida pelo SUS para todas as mulheres a partir dos 40 anos ✔️ Ampliação do direito à cirurgia plástica reparadora da mama em casos de mutilação ✔️ Criação de políticas específicas no SUS para mulheres usuárias e dependentes de álcool, com atenção especial a gestantes e puérperas 🔹 MATERNIDADE E CUIDADO ✔️ Prorrogação da licença-maternidade em casos de internação prolongada da mãe ou do recém-nascido ✔️ Reconhecimento das necessidades das mães de bebês prematuros 🔹 TRABALHO, PODER E REPRESENTAÇÃO ✔️ Reserva mínima de vagas para mulheres em conselhos de administração de empresas estatais ✔️ Avanço no enfrentamento da desigualdade salarial e da exclusão das mulheres dos espaços de decisão ✨ 2025 reafirma um princípio fundamental: proteger mulheres é dever do Estado, da sociedade e das instituições. Mas seguimos alertas: 📢 Lei sem aplicação não salva vidas. 📢 Direito sem acesso não é justiça. O Acolhimento Mulher segue vigilante, denunciando, informando e fortalecendo cada mulher que resiste. 💙🧡 #AcolhimentoMulher #LeiMariaDaPenha #Retrospectiva2025 #DireitosDasMulheres #ViolênciaContraMulheres #NenhumaAMenos

  • Afastamento do trabalho por violência doméstica

    VITÓRIA PARA AS MULHERES! STF GARANTE RENDA PARA QUEM PRECISA SE AFASTAR DO TRABALHO POR VIOLÊNCIA DOMÉSTICA Por unanimidade, o Supremo Tribunal Federal decidiu que mulheres vítimas de violência doméstica que precisarem se afastar do trabalho por medida protetiva não ficarão sem renda. A decisão fortalece a Lei Maria da Penha e corrige uma omissão grave da legislação. A lei já previa que a Justiça pode determinar o afastamento do local de trabalho por até seis meses, com manutenção do vínculo empregatício. O que não estava claro era: quem paga essa mulher durante o afastamento? Agora, o STF fixou o entendimento: 🔹 Mulheres com carteira assinada ➡️ O empregador paga os primeiros 15 dias ➡️ Após esse período, o INSS assume o pagamento do benefício 🔹 Mulheres trabalhadoras autônomas ou informais ➡️ Terão direito a um benefício assistencial temporário, com base na Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS) O relator, ministro Flávio Dino, foi enfático ao afirmar que afastar a mulher do trabalho sem garantir renda seria puni-la duas vezes: pela violência sofrida e pela perda do sustento. Segundo ele, devem ser mantidos também recolhimentos previdenciários, FGTS, contagem de tempo de serviço e todos os direitos trabalhistas. Essa decisão é histórica porque reconhece que proteger a vida das mulheres também passa por garantir autonomia financeira. Sem renda, muitas vítimas permanecem presas ao ciclo da violência. ⚠️ Violência doméstica não pode gerar desemprego, miséria ou abandono institucional. 📢 A responsabilidade é do Estado, da Previdência e da sociedade. Lei Maria da Penha se fortalece. Direitos das mulheres avançam. Violência não pode calar nem empobrecer.

©2023 por Acolhimento Mulher.

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