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  • Violência Psicológica: Entenda, Identifique e Saiba Como Buscar Ajuda

    A violência psicológica é uma das formas mais silenciosas — e devastadoras — de violência contra a mulher. Ela acontece quando alguém tenta controlar, humilhar, manipular, ameaçar, desvalorizar ou isolar a vítima, causando medo, insegurança e sofrimento emocional. Mesmo sem marcas visíveis, essa violência interfere na autoestima, na saúde mental, nas relações familiares e no direito à liberdade. E é importante reforçar: violência psicológica é crime, previsto na Lei Maria da Penha. Como Denunciar Violência Psicológica em São Paulo Toda mulher tem o direito de denunciar e receber proteção. E existem canais seguros para isso: 📍 Delegacia da Mulher (presencial) Você pode procurar a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) mais próxima para registrar o boletim de ocorrência e solicitar medidas protetivas. 💻 Delegacia Eletrônica de São Paulo (online) A denúncia também pode ser feita sem sair de casa. Neste link, você pode registrar violência doméstica, inclusive a psicológica: 👉 https://www.delegaciaeletronica.policiacivil.sp.gov.br/ssp-de-cidadao/home É possível, inclusive, pedir medidas protetivas de urgência diretamente durante o registro do B.O. 📞 Disque 180 – Denúncia Anônima Se você souber de alguma mulher que esteja sofrendo qualquer tipo de violência — física, psicológica, moral, sexual ou patrimonial — você pode denunciar de forma anônima pelo 180. A ligação é gratuita e funciona 24 horas. Direito ao Divórcio Seguro e Gratuito Mulheres em situação de violência têm direito ao divórcio, mesmo que não possam pagar advogado. A Defensoria Pública oferece atendimento jurídico gratuito para: pedidos de divórcio solicitação de medidas protetivas guarda dos filhos pensão alimentícia orientações legais sobre proteção e segurança Basta procurar a unidade mais próxima da Defensoria para ser atendida. CIC Jundiaí: Atendimento Gratuito Para Jundiaí e Municípios Vizinhos Para mulheres da região de Jundiaí (SP), existe um recurso fundamental: o CIC – Centro de Integração e Cidadania de Jundiaí. O CIC oferece Defensoria Pública para Jundiaí e cidades vizinhas, garantindo que todas as mulheres tenham acesso à justiça, mesmo sem condições financeiras. É um espaço seguro para buscar orientação, registrar situações de violência e dar início ao processo de divórcio ou medidas protetivas. Você Não Está Sozinha A violência psicológica pode tentar calar a mulher — mas a lei, a rede de proteção e o Projeto Acolhimento Mulher estão aqui para garantir que você não enfrente isso sozinha. Existe acolhimento. Existe apoio. Existe saída.

  • Plataforma para identificar agressores

    🔔 Inovação que salva vidas: plataforma ajuda mulheres a identificarem agressores antes que a violência aconteça A jovem curitibana Sabrine Matos, de 29 anos, criou a plataforma Plinq, uma ferramenta que permite que mulheres consultem, de forma simples e segura, se um homem possui antecedentes criminais ou registros de violência. A ideia nasceu após o feminicídio da jornalista Vanessa Ricarte, morta pelo ex-noivo sem saber do histórico de agressões que ele carregava. A dor virou ação — e ação que pode evitar novas tragédias. Desde o lançamento, a Plinq já ultrapassou 15 mil usuárias, reunindo dados públicos de tribunais e diários oficiais, sem ferir a LGPD. O sistema ainda alerta as mulheres com cores (verde, amarelo e vermelho) e explica o significado de cada processo, ajudando a identificar possíveis riscos. Só no Paraná, entre janeiro e agosto deste ano, foram registrados mais de 158 mil casos de violência contra a mulher. Ferramentas como essa não substituem políticas públicas — mas fortalecem a autonomia, a prevenção e a proteção da vida feminina. 💙🧡 Informação salva. Prevenção salva. Tecnologia também salva. #AcolhimentoMulher #ViolênciaContraMulher #ProteçãoParaElas #TecnologiaPelaVida #Plinq #ChegaDeViolência #EmpoderamentoFeminino #SegurançaDasMulheres #JuntasSomosMaisFortes

  • Novembro Laranja

    ✨ Novembro Laranja: 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres ✨ De 25 de novembro a 10 de dezembro, o mundo se une em uma só voz: basta de violência contra mulheres e meninas. 💪🧡 📅 25 de novembro – Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a Mulher Essa data nasceu em memória das irmãs Pátria, Minerva e Maria Teresa Mirabal, brutalmente assassinadas em 1960 na República Dominicana por lutarem contra a ditadura. Reconhecida pela ONU, ela simboliza resistência, coragem e a luta por um futuro livre de violência. 🧡 O Dia Laranja A cor laranja foi escolhida para iluminar essa causa — vibrante, forte e cheia de esperança. Representa o compromisso global por um mundo sem medo, sem dor e sem silêncio. 📢 A Campanha dos 16 Dias de Ativismo Entre 25/11 e 10/12, diversas ações acontecem no Brasil e no mundo para conscientizar e mobilizar a sociedade. Esse movimento conecta: 🔸 25/11 – Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a Mulher 🔸 01/12 – Dia Mundial de Combate à AIDS 🔸 06/12 – Dia do Massacre de Mulheres de Montreal 🔸 10/12 – Dia Internacional dos Direitos Humanos É tempo de refletir, agir e acolher. Cada gesto, cada palavra e cada denúncia importam. 💬✊ #AcolhimentoMulher #NovembroLaranja #16DiasDeAtivismo #PeloFimDaViolência #DiaLaranja #DireitosHumanos #MulheresUnidas #BastaDeViolência #ONU #JustiçaPelaPazEmCasa

  • Cartório on-line

    💡 Você sabia que existe um cartório online? Muita gente ainda não sabe, mas já é possível resolver diversos serviços de cartório sem sair de casa! O Registro Civil Nacional (www.registrocivil.org.br) oferece uma plataforma totalmente online, prática e segura, que permite solicitar certidões de nascimento, casamento e óbito, além de outros documentos importantes. Pelo site, você pode: • Pedir 2ª via de certidões de qualquer lugar do Brasil; • Solicitar averbações e retificações; • Fazer pesquisas de registros; • Acompanhar o status dos pedidos em tempo real; • E até receber seus documentos por e-mail ou em casa! Tudo isso com a segurança e a credibilidade dos Cartórios de Registro Civil do Brasil, sob coordenação da Arpen-Brasil (Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais). É mais praticidade, acessibilidade e cidadania digital para todas e todos. Porque direito à documentação é direito à dignidade. 🔗 Acesse: www.registrocivil.org.br

  • Quando a vítima vira alvo

    🌸 Quando a vítima vira alvo Em muitos casos de desaparecimento de mulheres, adolescentes e meninas, o que deveria ser uma busca solidária e respeitosa se transforma em um novo tipo de violência. Basta olhar os comentários nas redes: julgamentos sobre roupas, aparência e comportamento tomam o lugar da empatia. As fotos usadas nas reportagens, muitas vezes retiradas de momentos pessoais, acabam sugerindo desvalorização — como se a vítima fosse culpada por desaparecer. Esse tipo de exposição machuca, desvia o foco da busca e destrói a imagem de quem já está em situação de vulnerabilidade. A mídia tem responsabilidade social: cada palavra, cada imagem, cada manchete importa. No #ProjetoAcolhimentoMulher, acreditamos que nenhuma mulher deve ser julgada por desaparecer. 💙 Que toda menina, adolescente e mulher seja lembrada com dignidade, respeito e acolhimento. #AcolhimentoMulher #DireitosDasMulheres #ViolenciaDeGenero #NaoAoJulgamento #MidiaResponsavel #Respeito #Sororidade #Empatia #JusticaParaElas #MulheresEmDefesa #DesaparecimentoFeminino #NaoRevitimizar #MulheresUnidas #FaleComRespeito #JornalismoComResponsabilidade #ElasImportam

  • Autonomia econômica da mulher

    ✨ Mais um passo importante pela autonomia das mulheres! O Governo Federal, por meio do Ministério das Mulheres e do Ministério do Trabalho e Emprego, firmou um Acordo de Cooperação Técnica para promover a autonomia econômica de mulheres em situação de violência doméstica e familiar. Essa parceria garante prioridade nas vagas do SINE e o acesso a cursos de qualificação profissional, fortalecendo a independência financeira e oferecendo novas oportunidades de recomeço. 💜 Autonomia é poder viver sem medo! Porque toda mulher tem direito a segurança, dignidade e liberdade para construir sua própria história. #AcolhimentoMulher #AutonomiaFeminina #ViolênciaDoméstica #EmpoderamentoEconômico #DireitosDasMulheres #GovernoFederal #TrabalhoEEmprego #MinistérioDasMulheres #MulherSemMedo

  • Auxílio Aluguel

    💪 Mais um passo na proteção das mulheres vítimas de violência! A Lei 14.674/23 já está valendo e garante o auxílio-aluguel por até seis meses para mulheres em situação de violência doméstica. Sabemos que muitas permanecem em relacionamentos abusivos por não terem para onde ir. A dependência financeira ainda é uma das maiores barreiras para romper o ciclo da violência — e é justamente aí que essa nova lei faz toda a diferença. ⚖️ O auxílio-aluguel não é ajuda, é direito: 🏠 garante a saída imediata do ambiente abusivo; 💪 oferece condições reais para recomeçar longe do agressor; 💰 é um passo essencial para romper com a dependência econômica que aprisiona tantas mulheres. Que essa vitória inspire mais políticas públicas de acolhimento, autonomia e dignidade. Porque toda mulher tem direito a viver livre, segura e com esperança de recomeçar. 💙🧡 #AcolhimentoMulher #DireitoDasMulheres #AuxílioAluguel #Lei14674 #FimDaViolência #MulherLivre #ProteçãoFeminina #EmpoderamentoFeminino #JustiçaParaAsMulheres

  • Violência nem sempre deixa marcas físicas

    🔸 A violência contra a mulher nem sempre deixa marcas visíveis. Muitas vezes, ela está nas palavras que interrompem, nas promoções negadas, nos julgamentos enviesados e nas decisões travestidas de “mérito”. Ela se manifesta quando a maternidade vira desculpa para exclusão, quando a competência feminina é colocada em dúvida ou quando a desigualdade é normalizada em nome da “técnica”. 💬 Falar em mérito sem reconhecer o peso do gênero, da raça e da classe é perpetuar um sistema que mantém as mulheres sempre um passo atrás. Neste 10 de outubro — Dia Nacional de Luta Contra a Violência à Mulher, lembramos: A violência não é só o que fere o corpo. É também o que cala, desacredita e exclui. #AcolhimentoMulher #ViolênciaContraAMulher #LutaFeminina #IgualdadeDeGênero #DiaNacionalDeLuta #ViolênciaSilenciosa #MulheresNoTrabalho #MerecimentoOuMachismo #Sororidade #RespeitoÉLei

  • Divulgação do nome e fotos de agressores

    Vitória das Mulheres: Aprovado projeto que prevê divulgação de nomes e fotos de agressores em cadastro público Um passo histórico foi dado na luta contra a violência de gênero no Brasil. Foi aprovado o projeto de lei que prevê a divulgação de nomes e fotos de agressores de mulheres em um cadastro público. Essa medida representa uma resposta firme em defesa da vida das mulheres, um avanço significativo para proteger vítimas, dar visibilidade à verdade e expor aqueles que praticam violência. Com essa conquista, a violência contra a mulher deixa de ser invisibilizada. Agora, os covardes que agridem mulheres terão seus rostos e nomes revelados, garantindo maior segurança e transparência para toda a sociedade. A criação desse cadastro é mais do que uma punição: é um mecanismo de proteção, que pode salvar vidas e fortalecer a rede de apoio às mulheres em situação de violência. O projeto segue agora para sanção do governo e representa uma vitória não apenas para as mulheres, mas para toda a luta em defesa dos direitos humanos e da justiça.

  • Violência Digital contra a mulher

    Violência digital contra a mulher é incluída na Lei Maria da Penha O Senado aprovou um projeto que deixa claro que as violências psicológica, sexual, patrimonial e moral — já previstas na Lei Maria da Penha — também podem ser praticadas por meios eletrônicos. A medida representa um avanço importante na proteção das mulheres, reconhecendo que as agressões não acontecem apenas no ambiente físico, mas também no espaço digital. A chamada violência digital contra a mulher pode se manifestar de várias formas: perseguição virtual (stalking), ameaças, chantagens, divulgação não autorizada de imagens íntimas, exposição de dados pessoais, difamação em redes sociais, entre outras práticas que causam profundo impacto psicológico, moral e social. Esse reconhecimento na lei é um passo essencial para garantir que mulheres vítimas desse tipo de violência possam buscar medidas protetivas e responsabilização dos agressores. O projeto agora segue para análise da Câmara dos Deputados. No Acolhimento Mulher, acreditamos que ampliar a proteção legal é fundamental para enfrentar todas as formas de violência. O mundo digital também precisa ser um espaço seguro para todas as mulheres.

  • Nosso apoio à paz em Gaza

    Recebemos com esperança a notícia de um cessar-fogo/acordo de paz em Gaza, após 15 meses de um conflito brutal que deixou dezenas de milhares de vidas destruídas, comunidades despedaçadas e um sofrimento humano profundo.  Mesmo assim, sabemos que infelizmente a paz anunciada ainda é frágil, marcada por incertezas, desconfianças e pelas consequências devastadoras da guerra.  ⸻ As mulheres e meninas: quem carrega uma parte desproporcional do peso • O número de mulheres mortas em Gaza é altíssimo. Só nos primeiros meses do conflito, estimativas da ONU apontavam dezenas de milhares de mortes entre civis palestinos, nas quais mulheres e crianças estavam entre a maioria.  • Muitas mulheres foram deslocadas de suas casas, perderam entes queridos, tiveram que abandonar filhos e filhas, vivem em abrigos ou em condições muito precárias. A insegurança de não saber se vão ter acesso a água, comida, remédios, proteção, etc., é brutal.  • As liberação de reféns mulheres também mostra uma faceta desse sofrimento, bem como o impacto psicológico duradouro da violência — cicatrizes que demoram para cicatrizar, quando é que cicatrizam.  ⸻ Nossa posição: apoio, solidariedade e ação Nós, do [nome do projeto / sua organização / coletivo / pessoal], queremos expressar: 1. Solidariedade com todas as mulheres que sofreram — as que perderam entes, as que perderam lares, as que foram deslocadas, feridas ou presas, as que vivem com medo. Cada uma delas importa, cada uma de suas histórias conta. 2. Apoio à paz duradoura — não basta o cessar-fogo momentâneo: é preciso reconstrução, cuidados psíquicos, garantia de acesso a alimentos, saúde, segurança e dignidade. Que este acordo seja o início de algo que respeite os direitos humanos, sobretudo das populações mais vulneráveis, como mulheres e crianças. 3. Pressão pela justiça — que responsabilize quem violou direitos, que proteja quem está vulnerável, que impeça novos ciclos de violência. Que não se esqueça da reparação, da memória, do cuidado. 4. Reflexão e ação comunitária — que possamos aprender com isso: promover empatia, educar sobre conflitos, apoiar organizações humanitárias que atuam em Gaza ou que favoreçam mulheres vítimas de guerras, e também nosso papel como cidadãos/es colando vozes em prol da paz.

  • ⸻ 🎀 Direito garantido: exames de prevenção do câncer de mama pelo SUS 🎀

    Você sabia que toda mulher tem direito a realizar exames de prevenção e diagnóstico do câncer de mama pelo SUS? 🩺✨ A Lei nº 11.664/2008 assegura o acesso gratuito a mamografias e outros exames essenciais, especialmente para mulheres a partir dos 40 anos ou mais jovens em casos de risco. Esse é um passo fundamental para a detecção precoce, que pode salvar vidas. 💗 Cuidar da saúde é um direito de todas nós, e garantir esse cuidado também é uma forma de combater as desigualdades e proteger mulheres que muitas vezes enfrentam dificuldades para acessar serviços de saúde. 👉 Incentive suas amigas, mães e filhas a realizarem seus exames! A prevenção é um ato de amor e de resistência. #OutubroRosa #Prevencao #CâncerDeMama #DireitosDaMulher #SaúdeDaMulher #AcolhimentoMulher #Lei11664 #SUS

©2023 por Acolhimento Mulher.

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