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- EU SOBREVIVI A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER, hoje vivo sem medo de morrer nas mão de quem dizia me amar
Meu nome e Luziane tenho 36 anos quero dividir uma experiência com quem está vivendo ou já viveu abusos domésticos eu quase fui morta por várias vezes. Tudo era bem normal até um dia que eu descobri uma traição, eu questionei foi a primeira vez que ele me agrediu eu estava grávida de oito meses, sentindo dores fugi de casa e ele, jogou cândida em todas as minhas roupas do guarda roupa, retornei de três dias porque ele pediu perdão e eu perdoei e até achei que a culpa era minha, de alguma forma sentia que eu tinha que salvar nossa relação. Foi após o nascimento da minha filha que descobri mais uma traição, minha filha estava com três meses de nascida, dessa vez quando questionei, ele disparou um tiro de 38 em minha perna, na frente do meu filho de cinco anos que não era filho dele, corri para a rua e lembro dele falando: "isso aqui e pra nunca mais desacredita de um homem " Deu o tiro na perna direita do lado do meu joelho os médicos disseram que foi muita sorte não ter pegado no osso, a bala atravessou para o outro lado. Denunciei na Lei Maria da Penha e fiquei escondida por 15 dias na casa de de parente e depois retornei para minha casa, então ele pediu perdão e eu mais uma vez perdoei, mas dessa vez não voltamos a morar juntos, até que descobri que ele estava morando com outra mulher agora ele tinha me colocado em um triângulo amoroso onde eu era a amante sem nem imaginar. A minha situação era horrível porque ele frequentava minha casa com a desculpa de visitar nossa filha, não ajudava financeiramente na criação dela mas cobrava o direito de visita, e era assim ele fazia eu aceitava, ele é que mandava e eu obedecia, arrumei um emprego precisava trabalhar para manter meus filhos, eu até fome estava passando, mas ele me perseguia e dizia que eu estava com homens na rua e me ameaçava de morte, e acabei perdendo o emprego, quando um dia ele me atacou na rua, rasgou minha roupa, me golpeou na cabeça me machucou muito, e eu fugi, mas alguém ligou para ele avisando onde eu estava escondida e ele foi me buscar com uma madeira na mão e me ameaçava o tempo todo, com muito medo sem ninguém para me ajudar eu obedeci, ele também usava minha filha como isca para me oprimir e conseguia. Minha família já tinha feito de tudo pra me tirar daquela situação, porém eu não sabia, mais eu tinha uma dependência emocional que não sei explicar eu achava que ele iria mudar que ele ia me amar e cuidar de mim, meus irmãos tentaram me ajuda mais eu sempre acabava dando chance pra ele e isso afastou minha família. E chegou um dia que ele me abusou sexualmente, sem minha permissão rasgou minha roupa, e fez o ato eu não queria tinha muito medo dele me bater mais, foi então que engravidei do meu filho, minha filha estava só com um ano, eu vivia com R$ 90,00 do bolsa família, tinha que comprar fralda, leite, comida, era tudo muito difícil. Então chegou o Natal, eu estava grávida de 04 meses e fui à casa de uma amiga, e ele ficou furioso, quando retornei ele me agrediu mas uma vez, apertava minha barriga com as mãos, como se fosse uma bexiga, doeu de mais e mais uma vez foi embora como se nada tivesse acontecido. Ele sempre estava ali, no meu dia a dia, me rodeando, me ameaçando. Eu tentei afasta-lo, ignorando, proibindo, denunciando, mais mesmo assim ele estava sempre ali me ameaçou com uma faca encostada no meu pescoço eu grávida da segunda gestação dizendo que se me pegasse com outro eu ia morrer, esquentou água para jogar em mim. Eu dizia que não tinha nada com ele, mas ele não aceitava e sempre me machucava, eu denuncie e ele foi preso. E para minha surpresa o policial falou que ele ia ficar só dois dias, então eu tive que fugir para longe, tive que vender tudo as presas, dessa vez ele estava preso pela minha denúncia, então fiquei desesperada porque sabia o que ia acontecer quando ele saísse. Eu tinha apenas dois dias para fugir, consegui ir para Bahia mais não fui bem recebida, por meus parentes, sem renda com crianças nos braços totalmente dependente de apoio. Ele foi preso por outro crime e então eu pude voltar para São Paulo. Mesmo na cadeia e tendo outra mulher, ele me mandava recados que se eu me relacionasse com outra pessoa eu iria morrer. Ele me machucou fisicamente e mentalmente eu tinha um sentimento, de amor onde eu achei que ele iria mudar, mas nunca mudou, sempre voltava pior. A prisão dele não foi por me maltratar, foi por outro crime, mas foi o que me libertou, porque ele precisou, a atual esposa dele na época disse que se ele não me deixasse ela ia abandonar ele e então ele me mandou uma carta " me mandou seguir minha vida e arrumar alguém ", Foi a minha chance de sair dessa relação abusiva e doentia, onde eu sempre achava que eu era a culpada por estar passando por tudo. EU SOBREVIVI A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER, não foi fácil, foram mais de três anos de ameaças, tiro, violência sexual, fome, muita tristeza e medo que ia me esmagando por dentro, essas lembranças provocam muitas emoções, sempre que me lembro dói na alma pois eu não merecia, era desumano. Ainda me lembro dele falando : " tá vendo o que você faz eu fazer com você " " Tá vendo o que você fez " " Eu te amo mais é você que me provoca" Ele me traia me batia e me deixava passar fome e ainda dizia que era minha culpa Pois eu tive sorte e Deus me ajudou a sair dessa. Se um homem agredir uma vez ele sempre vai agredir. " quem ama não machuca, não sangra, não mente, não abandona, não oprimi.¨ Nós Mulheres somos portais de vida merecemos cuidados, amor e respeito. Diga não a violência contra a mulher não aceite viver uma vida de dor ninguém precisa viver assim E eu superei aprendi a cuidar de mim e não aceitar um homem me destruir, Hoje eu vivo e vivo, para glória de Deus sem medo de morrer nas mãos de quem diz me amar, hoje temos mais chance de mais apoio. 13 anos atrás as coisas estavam menos favoráveis para nós, a Lei era fraca, o machismo e preconceito mandava, a mulher sempre era culpada, hoje temos, mas apoio. Não sofra lute pela sua liberdade ser feliz ainda dá tempo, não vale a pena morrer em uma relação. Fale com as voluntárias da Acolhimento Mulher DENUNCIE 180, hoje tem abrigos para você e seus filhos se não puder voltar para a casa, peça medida protetiva, peça pensão para seus filhos, ligue para a policia , faça B.O na delegacia da mulher. Boa sorte a todas e Deus abençoe
- ATLAS DA VIOLÊNCIA 2024
O ATLAS da violência usa as informações registradas via Sistema de Informações de Agravos de Notificação (SINAN) e o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) Todos os anos o Anualmente, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) lança um relatório atualizando os dados de violência no Brasil. São informações sobre homicídios analisadas à luz da perspectiva de gênero, raça, faixa etária, entre outras. A realidade de dados confirma a necessidade do trabalho incasável pelo fim da violência contra meninas e mulheres. E você pode fazer a diferença, divulgando nosso trabalho, a voz de proteção a meninas e mulheres precisa ser divulgada! Entre 2012 e 2022, dentre as violências analisadas: Mulheres são 60,1% das vítimas e, portanto, constituem a maioria Violência física (52,0%), Psicológica (64,7%) e Sexual (86,7%). Feminicidios: 3,5 mortes para cada 100 mil mulheres brasileiras. Entender que infelizmente os números são maiores, porque muitas mulheres ainda não se sentem seguras para realizar denuncias de violências. E isso traz o em destaque a importância de politicas publicas de proteção as denunciantes, assim como o trabalho de projetos sociais como Acolhimento Mulher que apresenta para a mulher seus direitos, como denunciar e o caminho de saida do ciclo de violência. Bibliografia : https://www.ipea.gov.br/atlasviolencia/publicacoes https://www.ipea.gov.br/atlasviolencia/arquivos/artigos/1650-atlasviolencia2024.pdf
- SORORIDADE AGORA E SEMPRE
A origem da palavra sororidade está no latim sóror, que significa “irmãs”. O assunto dos últimos dias tem tudo a ver com isso, estamos sendo atacadas, direitos que fazem parte de conquistas que levaram décadas para serem Lei estam ameaçadas. É preciso a união das mulheres para que nenhum direito seja negado ou pior retirado. NÃO VÃO NOS CALAR ! NÃO IREMOS DESISTIR ! NENHUM DIREITO PODE REGREDIR! É preciso que toda mulher grite em defesa de outra mulher e nesse momento, grite em defesa de nossas meninas, adolescentes e mulheres que podem sofrem terrivelmente em decorrência da aprovação da " PL DO ABORTO " Esta PL busca equiparar o aborto a um crime de homicidio mesmo nos casos em que a gravidez foi provocada pelo crime covarde do estupro. Veja: A cada 08 minutos uma menina ou mulher é estuprada no Brasil, no ano passado, o Brasil registrou 74.930 estupros, desses, 56.820 foram estupros contra vulneráveis e o Ministério da Saúde registrou só 2.687 casos de aborto legal, 140 foram de meninas até 14 anos de idade, isso deixa claro que precisamos investir muito mais em politicas de garantia de direitos em relação a esse crime bárbaro e suas consequências na vida de nossas mulheres, segundo a socióloga e pesquisadora Jacqueline Pitanguy que é coordenadora na Ong Cepia (Cidadania, Estudo, Pesquisa, Informação e Ação) meninas na puberdade ou até antes desse período que são estupradas, muitas vezes violentadas por pessoas com quem convivem, como pais, padrastos ou familiares, nem imaginam que podem estar grávidas algumas nem sabem o que é gravidez” e dai vem a importância da legislação brasileira em vigor não estabelecer prazo para interrupção da gravidez em caso de estupro. Muitas mulheres não se manifestam e acreditam que o estupro não é uma possibilidade para elas e suas familiares, isso é um erro enorme porque a história mostra que para ser vítimas de um agressor basta ser mulher. Meninas e mulheres são atacadas o tempo todos em todos os tipos de ambientes, infelizmente muitas delas dentro do ambiente familiar por homens que deveriam protege-las. ABORTO LEGALIZADO É UM DIREITO GARANTIDO POR LEI, O Artigo 128 do Código Penal e na decisão proferida em Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº. 54, garante que a mulher tem direito ao aborto em determinadas situações porém o preconceito e a falta de informação pode comprometer o acesso. ¨Nunca se esqueça que basta uma crise política, econômica ou religiosa para que os direitos das mulheres sejam questionados. Esses direitos não são permanentes. Você terá que manter-se vigilante durante toda a sua vida.¨ Simone de Beauvoir Neste momento estamos ameaçadas pela PL do aborto, e por conta disso não podemos deixar de vigiar e lutar para que não seja aprovada, uma PL que é VIOLÊNCIA CONTRA MENINAS E MULHERES. NÃO A PL DO ABORTO! NÃO A NENHUM REGRESSO NAS CONQUISTAS DAS MULHERES ! SORORIDADE É A URGÊNCIA DO MOMENTO! Bibliográfia: https://www.acolhimentomulher.org/post/cuidado-com-politicos-agressores https://www.acolhimentomulher.org/post/banco-de-dados-de-agressores-lei-24-650-de-2024-a-lei-14-069-20-denunciem-e-ajudem-a-identificar-ag https://www.acolhimentomulher.org/post/aborto-legalizado https://www.acolhimentomulher.org/post/qual-a-minha-responsabilidade-na-luta-da-violência-contra-a-mulher
- CUIDADO COM POLITICOS AGRESSORES
Estamos passando por um momento muito perigoso, onde politicos machistas de idéias voltadas a destruir toda e qualquer conquista de direito da mulher tentam aprovar uma PL CRIMINOSA, que torna crianças, adolescentes e mulheres criminosas caso busquem o abordo em caso de estupro. Não adianta falar que não concorda, nós mulheres precisamos nos manifestar, gritar contra essa PL e todas outras que ameace os nossos direitos. Precisamos de apoio ! Vivemos tempos em que políticos perigosos gritam, xingam, ameaçam, reproduzem as mais diversas violências contra as mulheres da politica com suas falas de ódio, fazem discursos carregados de preconceitos, batem, matam, assediam, pertubam, nós não podemos mas ficar caladas. GRITEM NÂO, NÃO ACEITEM, NÃO VOTEM EM AGRESSORES. Ofensas, ataques sexuais, fake news, agressão nas redes sociais, esses são alguns exemplos de violência política que afastam as mulheres e causam a baixa representatividade feminina nos espaços de poder. Segundo pesquisa do Instituto Justiça de Saia, 51% das mulheres relataram que já sofreram alguma das condutas de violência, sejam como eleitoras, candidatas ou no exercício do mandato. No último dia 05.06.2024 foi adiada votação de projeto que cria cadastro de condenados por violência contra mulher; (Fonte: Agência Câmara de Notícias), mas um absurdo, precisamos estar atentas, observar o que estão fazendo os que deveriam estar protegendo as Leis de defesa das mulheres. No mês de outubro o poder é todo seu mulher, seu voto para prefeito e vereador vai definir quem te representa no seu municipio. " Não esqueça a escolha é sua "
- Banco de dados de AGRESSORES Lei 24.650, de 2024 a Lei 14.069/20 DENUNCIEM E AJUDEM A IDENTIFICAR AGRESSORES.
Toda ação que tenha como objetivo inibir a agressão contra a mulher é de grande valia, e uma vitória na luta por um mundo onde mulheres tenham o direito de viver sem qualquer tipo de violência, O Estado de Minas Gerais publicou em diario oficial a Lei que determina criação de banco de dados de agressores de mulheres, os autores de feminicídios, estupros e invasão de celular ou computador. No banco de dados constarão, conforme a nova lei, informações como nome, filiação, data de nascimento, número do documento de identificação, fotografia, endereço residencial e relação ou grau de parentesco com a vítima. Já o acesso ao banco obedecerá ao disposto na Lei 13.968, de 2001, que trata do uso de informações pelas Polícias Militar e Civil Outro banco de dados muito importante é o Cadastro Nacional de Pessoas Condenadas por Crime de Estupro, operado pelo governo federal,publicada no Diário Oficial da União, a Lei 14.069/20 . O cadastro deverá conter as características físicas e dados das digitais dos estupradores, além de informação do DNA e fotos. Nos casos de liberdade condicional, também deverá constar informação do local de moradia e de trabalho nos últimos três anos. O banco de dados é custeado pelo Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP), que é administrado pelo Ministério da Justiça. (Fonte: Agência Câmara de Notícias) O que é muito importante para o bom funcionamento dos bancos de dados são as denuncias, a única maneira que identificar e inserir os agressores nos bancos. Então Não se cale ! Denuncie ! Bibliografia: https://www.almg.gov.br/comunicacao/noticias/arquivos/Nova-lei-determina-criacao-de-banco-de-dados-de-agressores-de-mulheres/ https://www.camara.leg.br/noticias/697464-entra-em-vigor-lei-que-cria-cadastro-nacional-de-condenados-por-estupro/
- 28 de maio é o Dia Internacional de Ação pela Saúde da Mulher,
Os direitos sexuais e reprodutivos das mulheres continuam a ser sistematicamente violados em todo o mundo, demonstrando a importância da mobilização,para resistir aos retrocessos e avançar na luta . São diversos os problemas de saúde comuns na vida das mulheres: Câncer de mama, Endometriose, Infecção urinária, Infecções sexualmente transmitiveis; Câncer no colo do útero, Fibromialgia, Incontinencia urinária, Depressão, Obesidade e A mortalidade materna. A mortalidade materna não está ligada somente a vulnerabilidade socioeconomica da mulher, a qualidade de saúde ofertada para as mulheres é também um grande fator nestes números que são muito altos. Fatores indicativos: Atraso no reconhecimento de condições modificáveis; na chegada no serviço de saúde; Atraso no reconhecimento do tratamento adequado; A garantia da saúde da mulher deve iniciar na Atenção Primária com: Acolhimento antes da gestação com exames de prevenção anuais e quando se fizer necessário; Inicio do pré Natal assim que a gestação for confirmada; Atendimento adequado nas intercorrências durante a gestação e puerpério; Encaminhamento correto quando exames identificam gravidez de alto risco; BIBLIOGRAFIA: https://bvsms.saude.gov.br/a-saude-da-mulher-ainda-importa-28-5-e-dia-internacional-de-luta-pela-saude-da-mulher-e-dia-nacional-de-reducao-da-mortalidade-materna/ acesso 28.04.2024 https://www.acolhimentomulher.org/post/aborto-legalizado https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9797.htm ACESSO 19.05.2023 https://w3.defensoria.es.def.br/wp-content/uploads/2020/02/Cartilha_Mulher_FDV-19-11-revisada-final.pdf acesso 25.09.2023 https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nac_atencao_mulher.pdf acesso 25.05.2023 https://www.saude.mg.gov.br/saudedamulher#:~:text=VACINA%C3%87%C3%83O%20CONTRA%20HPV&text=A%20vacina%C3%A7%C3%A3o%20contra%20o%20HPV,c%C3%A2ncer%20do%20colo%20do%20%C3%BAtero. acesso 28.05.2023 https://www.inca.gov.br/publicacoes/livros/estimativa-2023-incidencia-de-cancer-no-brasil acesso 29.05.2023 https://femama.org.br/site/noticias-recentes/inca-divulga-novas-estimativas-sobre-o-cancer-de-mama/?gclid=Cj0KCQjw98ujBhCgARIsAD7QeAjGGXk9VB8NVMvek0a0ApmoA9R6sDxGt0fCMAL9K6qj630q-jd-ZncaApXhEALw_wcB acesso 29.05.2023 http://saude.sp.gov.br/ses/perfil/cidadao/orientacoes-gerais-sobre-saude/direitos-do-paciente-com-cancer#:~:text=O%20portador%20de%20c%C3%A2ncer%20tem,ele%20seja%20segurado%20do%20INSS. acesso 29.05.2023 https://www.acolhimentomulher.org/post/direito-a-mulher-com-câncerhttps://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9797.htm ACESSO 19.05.2023 https://w3.defensoria.es.def.br/wp-content/uploads/2020/02/Cartilha_Mulher_FDV-19-11-revisada-final.pdf acesso 25.09.2023 https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nac_atencao_mulher.pdf acesso 25.05.2023 https://www.saude.mg.gov.br/saudedamulher#:~:text=VACINA%C3%87%C3%83O%20CONTRA%20HPV&text=A%20vacina%C3%A7%C3%A3o%20contra%20o%20HPV,c%C3%A2ncer%20do%20colo%20do%20%C3%BAtero. acesso 28.05.2023 https://www.inca.gov.br/publicacoes/livros/estimativa-2023-incidencia-de-cancer-no-brasil acesso 29.05.2023 https://femama.org.br/site/noticias-recentes/inca-divulga-novas-estimativas-sobre-o-cancer-de-mama/?gclid=Cj0KCQjw98ujBhCgARIsAD7QeAjGGXk9VB8NVMvek0a0ApmoA9R6sDxGt0fCMAL9K6qj630q-jd-ZncaApXhEALw_wcB acesso 29.05.2023 http://saude.sp.gov.br/ses/perfil/cidadao/orientacoes-gerais-sobre-saude/direitos-do-paciente-com-cancer#:~:text=O%20portador%20de%20c%C3%A2ncer%20tem,ele%20seja%20segurado%20do%20INSS. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9797.htm ACESSO 19.05.2023 https://w3.defensoria.es.def.br/wp-content/uploads/2020/02/Cartilha_Mulher_FDV-19-11-revisada-final.pdf acesso 25.09.2023 https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nac_atencao_mulher.pdf acesso 25.05.2023 https://www.saude.mg.gov.br/saudedamulher#:~:text=VACINA%C3%87%C3%83O%20CONTRA%20HPV&text=A%20vacina%C3%A7%C3%A3o%20contra%20o%20HPV,c%C3%A2ncer%20do%20colo%20do%20%C3%BAtero. acesso 28.05.2023 https://www.inca.gov.br/publicacoes/livros/estimativa-2023-incidencia-de-cancer-no-brasil acesso 29.05.2023 https://femama.org.br/site/noticias-recentes/inca-divulga-novas-estimativas-sobre-o-cancer-de-mama/?gclid=Cj0KCQjw98ujBhCgARIsAD7QeAjGGXk9VB8NVMvek0a0ApmoA9R6sDxGt0fCMAL9K6qj630q-jd-ZncaApXhEALw_wcB acesso 29.05.2023 http://saude.sp.gov.br/ses/perfil/cidadao/orientacoes-gerais-sobre-saude/direitos-do-paciente-com-cancer#:~:text=O%20portador%20de%20c%C3%A2ncer%20tem,ele%20seja%20segurado%20do%20INSS. acesso 29.05.2023
- VITÓRIA ! Proibida a prática que desqualifica a mulher !
O Supremo Tribunal Federal PROIBIU que o sistema judiciário questione as experiências sexuais ou o modo de vida de mulheres vítimas de qualquer tipo de violência, a proibição protege a mulher de práticas que a desqualifiquem durante a apuração e o julgamento de crimes contra a sua dignidade sexual. Esta proibição é extremamente importante já que muitas vezes a defesa dos AGRESSÕES, usam este tipo de narrativa tentando justificar o injustificado. Agora os advogados não podem fazer menção ao histórico da vida sexual ou ao modo de vida da mulher durante o processo e se fizer o juiz responsável deve interromper essa prática. Durantes anos discursos machistas e preconceituosos desqualificam mulheres que sofreram violências, com questionamentos sobre onde moram, o que vestem, com o que trabalham, o que consiste em uma segunda agressão contra a mulher e tira o foco da verdadeira questão... o único culpado pela agressão contra as mulheres é o AGRESSOR. VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER É UM CRIME CRUEL E COVARDE QUE NÃO PODE SER JUSTIFICADO DE FORMA ALGUMA, E JAMAIS DEVE SER ATRIBUIDO A MULHER. Bibliografia: https://portal.stf.jus.br/noticias/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=539297&ori=1
- VITÓRIA SANCIONADO O PROJETO DE LEI Nº 1822
PL que garante sigilo do nome das mulheres em processos que apuram crimes de violência doméstica e familiar contra a mulher o que produz maior proteção à mulher ao e preservar a sua integridade física, mental e psicológica. Agora, o sigilo é automático, sem necessidade de pedido da mulher ou avaliação judicial. Antes da lei, a decisão de manter o sigilo dependia da avaliação do juiz, salvo exceções já estabelecidas em lei. A divulgação dos dados deixava a mulher vulnerável, exposta ao constrangimento social, o que era outra violência contra a mulher, provocando revitimização, traumas e constrangimentos. É a buscar por direitos e justiça sem ter que se preocupar com a exposição pública de sua vida privada. Para o agressor nada mudou os dados do processo ainda podem ser divulgados. Bibliografia: https://www.gov.br/mulheres/pt-br/central-de-conteudos/noticias/2024/maio/presidente-sanciona-lei-que-assegura-sigilo-do-nome-da-vitima-em-casos-de-violencia-domestica-e-familiar
- 18 de maio Dia Nacional de Combate à Exploração e Abuso Sexual de Crianças e Adolescentes
Dedicado a Araceli Cabrera Sánchez Crespo Foi em 18 de maio de 1973, que a menina Araceli Cabrera Sánchez Crespo, foi tirada de sua família, sofreu a covarde violência sexual e após foi assassinada, e esse crime horrível segue até os dias de hoje sem nenhuma prisão. Apesar de existir suspeitos, o processo que demorou anos deu liberdade a eles por falta de provas. O caso mobilizou a sociedade e no ano de 2000 o dia 18 de maio se tornou oficialmente o dia de combate à Exploração e Abuso Sexual de Crianças e Adolescentes no Brasil, por meio da Lei Federal (nº 9970/00), o mês de maio passa a ser maio laranja o mês de enfrentamento e prevenção ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes. Foi em 2009 que foi inserido o simbolo da flor na campanha, lembrando os desenhos da primeira infância e ainda com a intenção de associar o cuidado com a delicada flor ao cuidado com uma criança. A campanha estimula ações de conscientização e formas de identificação de possíveis violências sexuais oferecidas para crianças e adolescentes em todo Brasil, oferece também informações de forma de denuncia e pedir ajuda. DIVULGAÇÃO DO DISQUE 100 DISQUE 100 é O Disque Direitos Humanos é um serviço de utilidade pública e destinado a atender gratuitamente pessoas em situação de violência em todo o país", operando 24 horas por dia, sete dias por semana, o canal de comunicação confidencial e seguro para que pessoas em situação de violência possam buscar ajuda e denunciar abusos. Vamos juntos defender nossas crianças e adolescentes.
- Vacina contra HPV
Uma vacina distribuida pelo SUS, e que pode ser encontrada em qualquer UBS, a vacina que salva vidas femininas. O Programa Nacional de Imunizações (PNI), por meio da NT 41/2024, recomenda dose única para adolescentes de 9 a 14 anos e três doses para imunodeprimidos e vítimas de violência sexual. HPV (Papilomavírus humano) é um conjunto de mais de 200 virus juntos, doença de transmissão sexual que pode causar o cancêr de útero, quando a infecção for persistente, e em alguns casos causam verrugas na região anogenitais (internas e externas) O câncer é a segunda maior causa de morte entre MULHERES, e o câncer do colo do útero é a principal causa de morte por câncer em seis países e a segunda principal causa em outros 14 países. A cada ano, são diagnosticados 72.719 casos novos de câncer do colo do útero, e causa a morte de 36.797 dessas mulheres . Diagnóstico: Através de exame clínico anual, as verrugas externas podem ser notadas de forma fácil pela mulher, porém as internas podem passar despercebidas por muito tempo o que pode causar um dano significativo para a saúde da mulher. O tratamento do HPV é feito de acordo com cada caso específico,( baseado no tipo de lesão ),podendo ser usado pomadas, cremes e outros sobre as lesões (verugas)e nos casos mais severos da doença até cauterizações. Então não vamos perder tempo MULHERES, se vacinem e levem suas filhas para a vacinação. BIBLIOGRÁFIA: https://portal.fiocruz.br/noticia/prevencao-e-tratamento-do-hpv acesso em 05/05/2024 https://butantan.gov.br/hpv acesso em 05/05/2024 https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/2024/abril/ministerio-da-saude-adota-esquema-de-vacinacao-em-dose-unica-contra-o-hpv acesso em 05/05/2024
- 15 DE MAIO DIA DA ASSISTENTE SOCIAL
Quem é o Assistente Social na luta em defesa da mulher? É o profissional capaz de perceber o necessário e tomar atitudes para que políticas públicas sejam aprovadas e cumpridas para a proteção das mulheres e punição dos culpados em uma luta incessante este profissional atua, procurando democratizar o acesso da população mais vulnerável garantindo direitos humanos e sociais, bens, serviços, políticas sociais, entre outras necessidades. Parabéns ASSISTENTE SOCIAL ! Em especial Léa , Katia e Reinaldo
- 15 de maio dia internacional da Família
Ao se falar em família logo pensamos em comunhão, ninho acolhedor e muito amor ! E esse pensamento não está errado, é exatamente assim que deveria ser. Já a realidade é que em muitas familias Mulheres cuidam sozinhas dessas familias, segundo o IBGE, atualmente, mais de 48% dos lares brasileiros têm mulheres como chefes de família, ou seja, como as principais responsáveis pelo sustento da casa e dos filhos. Vale pensar que precisamos de politicas voltadas ao apoio dessas mulheres, e responsabilização dos homens que fizeram parte da formação dessas familia e por motivos diversos se tornam ausentes. Para muitas dessas mulheres a jornada dupla é uma rotina comum. Além da jornada ser dupla a falta de rede de apoio é uma grande dificuldade . Uma das melhores formas de mudarmos essa realidade é a educação, criar homens responsáveis, estabelecer uma nova educação onde o homem se veja totalmente responsável pela familia, tanto quanto a mulher. Quebrar a cultura do homem que acredita de ao assumir responsabilidades do cuidado da casa ou dos filhos está ajudando e sim que é a sua obrigação. A cultura de que o homem deve ser o provedor e a mulher a cuidadora, estimula o entendimento de que nos casos de separação e ou divórcios pagar a pensão alimentícia basta, o que deixa a mulher sendo a única responsável por educar, cuidar, alimentar, uma ferramenta de grande valia tem sido a guarda compartilhada com a divisão mais justa em obrigações entre genitores. VIVA A FAMÍLIA ÚNIDA EM UMA REALIDADE DE COMUNHÃO E DIVISÃO JUSTA ENTRE HOMENS E MULHERES Bibliografia: https://www.gov.br/pt-br/noticias/assistencia-social/2022/10/mulheres-sao-responsaveis-familiares-em-81-5-dos-lares-que-recebem-auxilio-brasil acesso 12.05.2023 https://www.jusbrasil.com.br/noticias/entenda-como-funciona-a-guarda-compartilhada/305463005 acesso 12.05.2024